Clínica Dentária em Lisboa https://mint.pt Clinica Dentária Mint Sat, 03 Apr 2021 03:25:55 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.1 Tem sangue na gengiva? Cuidado! O COVID-19 pode ser mais perigoso para si. https://mint.pt/blog/sangue-gengiva-perigo-covid-19 Thu, 01 Apr 2021 18:29:21 +0000 https://mint.pt/?p=46182 Segundo o estudo “Association between periodontitis and severity of COVID‐19 infection: a case‐control study”, concluiu-se que os pacientes da COVID-19 têm, pelo menos, três vezes mais probabilidades de ter outras complicações se também tiverem doenças periodontais.

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Segundo o estudo “Association between periodontitis and severity of COVID‐19 infection: a case‐control study”, concluiu-se que os pacientes da COVID-19 têm, pelo menos, três vezes mais probabilidades de ter outras complicações se também tiverem doenças periodontais.

“Os resultados do estudo sugerem que a inflamação na gengiva pode abrir a porta para o coronavírus se tornar mais violento”, comentou Lior Shapira, presidente eleito da Federação Europeia de Periodontologia. “A higiene oral deve fazer parte das recomendações de saúde para reduzir o risco de resultados graves da COVID-19”.

O estudo foi realizado em mais de 500 pessoas com COVID-19 e, nesse, foram tiradas algumas conclusões interessantes. Segundo o estudo, os pacientes que tivessem alguma doença periodontal tinham, em comparação com os pacientes sem doenças periodontais:

  • 3,5 vezes mais probabilidade de serem internados nos cuidados intensivos
  • 4,5 vezes mais probabilidade de precisarem de um ventilador
  • Quase 9 vezes mais probabilidade de morrer

Outra conclusão que se conseguiu tirar nesse estudo está relacionada aos marcadores sanguíneos. Esses marcadores, basicamente, indicam a existência de inflamações no corpo.

De acordo com o estudo, os marcadores em doentes com COVID-19 e com doença periodontal eram, significativamente, mais elevados. Essa conclusão sugeriu que a inflamação na gengiva tem uma influência direta nas taxas elevadas de complicações.


Mas ter sangue na gengiva pode realmente ser fatal?

A gengivite e a periodontite são doenças inflamatórias periodontais muito comuns. Estas costumam afetar 8 em cada 10 pessoas com idade igual ou superior a 35 anos em toda a Europa, sendo este um número muito elevado.

Mas onde está o problema? O que acontece é que a inflamação provocada pela doença periodontal pode alastrar para todo o corpo, se não for tratada. Claro que dado o cenário pandémico atual, este é um problema grave e muito perigoso, porque a COVID-19 está associada a uma resposta inflamatória que pode ser fatal.

Caso queira saber mais sobre as doenças periodontais, as possíveis causas dessas doenças, os sintomas associados e as formas de tratamento, pode encontrar mais informações aqui.

» Veja também, em nossa coluna na Revista Visão: 9 causas da periodontite e como evitar

E não fica por aqui! Seguem-se mais detalhes do estudo: doença periodontal X COVID-19

O estudo de controlo de casos a nível nacional foi realizado no Qatar, pois possui registos de saúde eletrónicos, incluindo dados médicos e dentários. O estudo contou com:

  • 568 pacientes diagnosticados com COVID-19 entre Fevereiro e Julho de 2020
  • Desses pacientes, 40 tiveram complicações como a admissão na unidade de cuidados intensivos (UCI), requisitos de ventilação ou morte, enquanto que 528 não tiveram.

Foram recolhidas informações sobre doenças periodontais nesses pacientes e outros fatores que pudessem estar associados a complicações da COVID-19, tais como o índice de massa corporal (IMC), tabagismo, asma, doenças cardíacas, diabetes e tensão arterial elevada.

Além das informações acima, também foram obtidos dados sobre os níveis sanguíneos de produtos químicos relacionados com a inflamação no corpo.


Dos 568 pacientes, 258 (45%) tinham doenças periodontais.

Após ajuste para idade, sexo, IMC, estado tabágico, e outras condições, as taxas de probabilidade de complicações COVID-19 em pacientes com doença periodontal, em comparação com os sem doença periodontal, foram:

  • 3,67 para todas as complicações COVID-19
  • 3,54 para admissão na UTI
  • 4,57 para necessidade de ventilação
  • 8,81 para morte.

Tendo a periodontite influência nas taxas de resultados adversos em doentes com COVID-19, concluiu-se que a manutenção da saúde periodontal é uma parte importante nos cuidados a ter durante a pandemia e, como tal, não deve descuidar dos mesmos.

Outra conclusão interessante foi que as bactérias orais em doentes com periodontite podem ser inaladas e infetar os pulmões, sendo um problema maior para pacientes que usam um ventilador, disse o investigador Mariano Sanz, da Universidade Complutense de Madrid:

“Isto pode contribuir para a deterioração dos pacientes com COVID-19 e aumentar o risco de morte. O pessoal hospitalar deve identificar os pacientes com periodontite COVID-19 e utilizar anti-sépticos orais para reduzir a transmissão de bactérias”.

Segundo Shapira, a relação entre a periodontite e as doenças pulmonares – como a asma, a pneumonia e a doença pulmonar obstrutiva crónica – está bem estabelecida:

“Este estudo acrescenta mais provas às ligações entre a saúde oral e as condições respiratórias. A periodontite é uma doença comum, mas pode ser prevenida e tratada”, disse Shapira.

Nicola West, secretário-geral da EFP, acrescenta:

“Este estudo destaca outra associação entre a doença periodontal e a nossa saúde sistémica e reitera a necessidade de cuidados dentários permanentes e duradouros para as pessoas susceptíveis à doença periodontal e uma forte abordagem preventiva da periodontite para a população no seu conjunto”.

Desconfia que tem gengivite ou periodontite?

Ligue para (+351) 211 552 308 ou utilize o formulário abaixo e marque uma Consulta de Avaliação Dentária Geral para verificar se tem alguma doença na gengiva e conferir o estado de sua Saúde Oral com o Dr. Eduardo Bastos. Exponha as suas dúvidas, para que possa ser diagnosticada e tratada qualquer patologia de acordo com a sua necessidade.

Entraremos em contacto consigo para confirmar as datas disponíveis.

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Cárie Dentária: O que é, Causas, Tratamentos e Como Evitar https://mint.pt/blog/carie-dentaria Tue, 12 Jan 2021 11:54:44 +0000 Higiene Oral]]> https://mint.pt/?p=46146 Quem nunca sofreu com cárie dentária em algum momento da vida? Só quem já passou por isso sabe o quanto esse problema nos dentes, no início silencioso, pode trazer consequências dolorosas. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), “cerca de 60% a 90% das crianças em idade escolar sofrem de cáries nos dentes, um problema que atinge quase 100% dos adultos”. Portanto, se tem dúvidas sobre cárie, chegou ao sítio certo. Este post tem como objetivo esclarecer as principais questões sobre o assunto – como se prevenir da cárie, quais os tratamentos, quais as causas, entre outras. Basta continuar a ler!

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Quem nunca sofreu com cárie dentária em algum momento da vida? Só quem já passou por isso sabe o quanto esse problema nos dentes, no início silencioso, pode trazer consequências dolorosas.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), “cerca de 60% a 90% das crianças em idade escolar sofrem de cáries nos dentes, um problema que atinge quase 100% dos adultos”.

Portanto, se tem dúvidas sobre cárie, chegou ao sítio certo. Este post tem como objetivo esclarecer as principais questões sobre o assunto – como se prevenir da cárie, quais os tratamentos, quais as causas, entre outras. Basta continuar a ler!


Cárie Dentária: o que é ?

Antes de entender como prevenir, quais as causas e quais os tratamentos da cárie, é importante saber exatamente o seu conceito. A cárie consiste num dano nos dentes causado por ácidos formados pela placa bacteriana.

É importante lembrar que a placa bacteriana por si só não é prejudicial, afinal, trata-se de um conjunto de bactérias naturalmente presentes na boca. Mas quando em contacto com resto de alimentos, em especial o açúcar, o ácido que ela produz “ataca” os dentes. Quando esses “ataques” acontecem, com muita frequência, o esmalte dos dentes pode desfazer-se.

É aí que a cárie se forma.


Como prevenir a cárie?

Como vimos, o que forma a cárie é o ácido das placas bacterianas em contacto frequente com resto de alimentos, sobretudo o açúcar. Sendo assim, a melhor forma de prevenir a cárie é a higiene oral adequada.

Aliás, sobre isso, importa destacar que é fundamental ter o dobro de cuidado especialmente na escovagem noturna, pois as bactérias responsáveis pela formação desse ácido são mais ativas à noite. Afinal, durante a noite há a diminuição da salivação, substância que, inclusivamente, ajuda na limpeza da boca, sendo fundamental para a saúde oral.

Lembrando que, qualquer condição que interfira na produção de saliva, também pode favorecer o ambiente ideal para a formação de cáries, como é o caso da diabetes descontrolada e alguns tratamentos de quimioterapia. Assim sendo, ao menor sinal de boca seca, o médico deverá ser consultado para o correto diagnóstico e tratamento.


Qual o tratamento para tirar cárie dos dentes?

Existem diferentes tipos de tratamento para remoção da cárie dos dentes, de acordo com o estágio do problema.

Afinal, a cárie possui diferentes fases, desde a fase inativa, quando ainda não há danos ao esmalte, até a fase mais avançada, quando a polpa foi atingida.

Veja quais são os diferentes tratamentos para cada uma dessas fases:

Aplicação de Resina

Quando a cárie ainda nem sequer chegou a provocar danos ao esmalte do dente, o dentista poderá prescrever como tratamento somente a aplicação de selante. Ou seja, um procedimento simples e pouco invasivo que consiste em cobrir os dentes com uma fina camada de resina branca.

Restauração Dentária

Quando a cárie já provocou danos ao esmalte do dente, por menor que seja, é necessário recorrer à restauração dentária. Durante esse procedimento pode ou não ser necessário o uso de anestesia local, de acordo com a profundidade da cárie.

A restauração consiste no uso de brocas para remoção do tecido atingido pela cárie e preenchimento com a substância que é conhecida como obturação. A composição do material utilizado pode variar de acordo com a necessidade do paciente, localização do dente afetado, entre outras variáveis. A mais comum é a resina branca de alta resistência.

Desvitalização Dentária

Quando a cárie já atingiu a polpa do dente, ou seja, o miolo, onde estão os nervos e a raiz, é necessário recorrer a desvitalização do canal radicular para evitar o dente podre.

Apesar de ainda haver certa fama de que esse é um procedimento doloroso, tudo é feito com anestesia. Neste caso, para o paciente não há tanta diferença entre restauração e canal, por exemplo.

Assim como na restauração, o procedimento de canal consiste em remover o tecido do dente que foi afetado pela cárie, bem como a polpa comprometida e fazer uma limpeza completa de qualquer resíduo.

Com tudo limpo, é aplicada uma substância protetora para preencher a área e, em seguida, restaurado o dente. Por se tratar de um procedimento mais complexo e invasivo, pode ser necessário dividi-lo em mais de uma consulta.

Quando o dente não puder ser recuperado ou quando houver qualquer lesão aparente como consequência, o procedimento de canal pode envolver também a aplicação de faceta de porcelana ou lente de contato para fins de estética.


Conhece algum destes tratamentos? Já precisou fazer algum? Se está com cárie e não sabe qual deles é o melhor para resolver o seu problema, consulte um dentista o quanto antes. Somente um profissional poderá analisar o seu caso e indicar o melhor tratamento.


FAQ: Perguntas Comuns sobre Cárie Dentárie

Cárie entre os dentes: falta de fio dental?

Outra forma de prevenir a cárie é adotar o uso do fio dental na rotina de higiene oral, visto que seu papel é justamente evitar cáries entre os dentes e prevenir eventuais problemas de saúde nas gengivas.

Além da cárie, o uso do fio dental na rotina da higiene oral ajuda a evitar a gengivite e outras doenças periodontais. Isto porque, os restos de comida que se acumulam na gengiva transformam-se em alimento para bactérias da placa bacteriana, aumentando o risco de inflamações.

Escovar mais vezes os dentes evita cárie?

A melhor forma de preservar a saúde dos dentes e evitar a cárie é sim a correta higiene oral. No entanto, não é necessário escovar os dentes descontroladamente como forma de garantir mais proteção à boca.

Aqui, vale citar que uma pesquisa observou os efeitos da escovagem antes das refeições. O resultado foi que não houve qualquer tipo de segurança extra aos que fizeram isso. Por outro lado, a correta higienização após as refeições é, sim, essencial.

Isso significa que três escovagens diárias são suficientes, número este recomendado pelos dentistas. Para se ter uma ideia, escovar os dentes duas vezes por dia já é capaz de diminuir em até 70% a probabilidade de cárie.

Cárie é transmissível no beijo?

Quem não gosta de um bom beijo, não é verdade? Principalmente um daqueles carregados de afeto. Bem, apesar de esse ser um dos gestos de amor preferidos, é preciso estar ciente das consequências que eles podem trazer – e aqui não estamos a falar de amor, mas sim de cáries.

Pois é. Como nem tudo são flores, saiba que durante um beijo, há a troca de milhões de bactérias através da saliva? Isso inclui as bactérias responsáveis pela formação da cárie.

“Isso significa que vou desenvolver cárie por beijar alguém que já tem?” Não necessariamente. Afinal, como vimos, a formação da cárie depende de ambiente propício. Ou seja, manter a boca sempre limpa e higienizada impede a proliferação da doença, sendo essa a melhor forma de prevenir a cárie – melhor do que parar de beijar, certo?

Além do beijo, outras formas de trocas salivares que envolvem a transmissão de bactérias causadoras da cárie são: partilha de talheres, partilha de escovas de dentes e até a prática de provar a comida do bebé antes de oferecê-la ao pequeno.

Quanto tempo a cárie demora para destruir o dente?

Digamos que se não estiver a alimentar-se da forma saudável que deveria e, no meio de uma rotina agitada, percebe que tem se esquecido de escovar os dentes com a frequência recomendada. Em determinado momento, dá-se conta de que há um pontinho preto num de seus dentes e, preocupado, marca uma consulta com o dentista.

Chegando lá, o diagnóstico: cárie no dente. Como, se não sentiu dor e nem nada do género?

Isso acontece porque não é do dia para a noite que a lesão, ou seja, o buraquinho no dente causado pela cárie, se torna algo doloroso. Na verdade, a cárie é, na maior parte do tempo, silenciosa. A dor absurda e que muitos temem sentir, só surge quando o dano se aproxima da polpa do dente – o que pode levar meses (ou até anos).

A polpa é um tecido mole onde estão os nervos e os vasos sanguíneos, localizada no interior do dente, e que se estende da coroa até à ponta da raiz.

Cárie passa de dente para dente?

Se chegou até aqui, entendeu que a cárie no dente consiste numa lesão provocada pelo ácido da placa bacteriana em contacto com restos de alimentos, especialmente o açúcar. Certo?

Dito isto, num ambiente propício, ou seja, onde há falta de higiene, como restos de alimentos e resíduos de açúcar, há maior concentração desse ácido. Quanto maior a quantidade desse ácido, maior será a ação de desmineralização dos dentes e, consequentemente, dos danos causados ao esmalte.

Nesse caso, a cárie passará não só de um dente para outro, mas poderá ser encontrada por toda a boca. No seu nível mais avançado, atingindo a polpa e a raiz, resultando em dente podre.

Agora que todas as principais dúvidas sobre o que é cárie, como prevenir a cárie, a consequência da falta de fio dental e tratamentos para a cárie, lembre-se de consultar um dentista.

Desconfia que tem cárie dentária?

Ligue para (+351) 211 552 308 ou utilize o formulário abaixo e marque uma Consulta de Avaliação Dentária Geral para verificar se tem cárie nos dentes e o estado de sua Saúde Oral com o Dr. Eduardo Bastos. Exponha as suas dúvidas, para que possa ser diagnosticada e tratada qualquer patologia de acordo com a sua necessidade.

Entraremos em contacto consigo para confirmar as datas disponíveis.

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Oclusão dentária: o que é a má oclusão e qual o seu tratamento? https://mint.pt/blog/oclusao-dentaria Tue, 10 Nov 2020 02:35:04 +0000 Problemas Saúde Oral]]> https://mint.pt/?p=45977 A maioria da população sofre de má oclusão dentária e enquanto uns têm sintomas que incomodam e alteram o seu estilo de vida, outros vivem com o problema sem se darem conta de tal. Manter o problema, no entanto, pode originar condições mais graves. Saiba mais sobre este problema de saúde oral, qual a sua causa, quais os tratamentos e como é feita a avaliação junto ao seu dentista.

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A maioria da população sofre de má oclusão dentária e enquanto uns têm sintomas que incomodam e alteram o seu estilo de vida, outros vivem com o problema sem se darem conta de tal. Manter o problema, no entanto, pode originar condições mais graves.

Saiba mais sobre este problema de saúde oral, qual a sua causa, quais os tratamentos e como é feita a avaliação junto ao seu dentista.


O que é a oclusão dentária?

A oclusão dentária está associada à relação funcional entre os dentes, as gengivas, a articulação temporomandibular e todos os restantes componentes deste sistema. Manter o equilíbrio é essencial para a mastigação, a deglutição e a fonética.

Quando esta oclusão não se encontra num estado normal, dá-se a má oclusão dentária. Resumindo, a má oclusão está associada ao alinhamento anormal dos dentes superiores e inferiores; esta condição tem consequências para os seus dentes e para as funções dos mesmos.

Outra consequência da má oclusão dentária é a disfunção temporomandibular, um problema muito comum.


Quais os tipos de oclusão dentária?

Existem, essencialmente, três tipos de oclusão dentária:

  • Classe 1: a arcada superior encaixa-se perfeitamente com a arcada inferior;
  • Classe 2: a arcada superior é muito maior do que a arcada inferior, dando a sensação de a pessoa não ter queixo;
  • Classe 3: a arcada superior é muito menor do que a arcada inferior, dando a sensação de a pessoa ter um queixo muito grande;

Em alguns casos a má oclusão é pouco significativa e não necessita de intervenção, mas por vezes a consulta no dentista – e tratamento – é necessária.

Como é a oclusão dentária ideal?

Uma oclusão dentária ideal tem diversas características, nomeadamente ser centrada, manter uma distribuição proporcional das forças e ter um espaço entre dentes adequado. As peças da arcada superior também têm tendência a cobrir um pouco os dentes da arcada inferior.

Existem outras características, mas qualquer irregularidade deve ser analisada pelo seu dentista.


Quais as causas da má oclusão?

A má oclusão dentária pode surgir devido a diversas condições:

  • Alguns hábitos incorretos, como o uso do biberão, chuchar no dedo ou determinados movimentos da língua, podem causar a projeção dos dentes;
  • Defeitos na mandíbula, normalmente de nascença;
  • Falta de dentes;
  • Incompatibilidade entre o tamanho da mandíbula e dos dentes;

A condição mais comum é a incompatibilidade de tamanho.


Má oclusão dentária: quais as consequências?

A má oclusão dentária pode originar consequências significativas. Os problemas de oclusão dentária são o desgaste do esmalte e dos próprios dentes, desconforto em alguns movimentos, possível perda de dentes, dores de cabeça mais frequentes e problemas na articulação da mandíbula.

Aliás, a má oclusão pode originar a disfunção temporomandibular.

Esta condição pode, ainda, provocar o aparecimento do bruxismo. O bruxismo carateriza-se pelo apertar ou ranger dos dentes, podendo ocorrer durante o dia ou mesmo enquanto dorme. Não são conhecidas as causas exatas deste problema, mas a ansiedade, o stress, distúrbios de sono e a má oclusão dentária são fatores de risco para o seu aparecimento.

Se a má oclusão originar o bruxismo, o estilo de vida da pessoa irá sofrer algumas alterações, pois, por exemplo, após uma noite de sono, a pessoa pode acordar com enxaquecas. Quem tem bruxismo também sente estalidos e bloqueio do maxilar, assim como dores de cabeça mais frequentes.

Como é feita a avaliação?

Como já foi referido anteriormente, algumas pessoas conseguem ter uma boa qualidade de vida com a má oclusão dentária. No entanto, nem sempre isso é possível. Nesses casos, o primeiro passo é dirigir-se ao seu dentista para uma avaliação do problema.

O exame físico pode ser o suficiente para que o dentista tire as suas conclusões, mas por vezes podem ser necessários exames complementares.

Caso a má oclusão dentária seja identificada precocemente, o tratamento pode ser realizado com mais facilidade e os resultados podem ser efetivos. Numa fase tardia, os resultados não serão os mesmos.

Uma forma de detetar este problema com antecedência é através das consultas de rotina frequentes.


Qual o tratamento da má oclusão dentária?

Se chegou até aqui, provavelmente sente que está perante este problema. Se for o caso, marcar uma consulta com o seu dentista é a melhor opção. Mas para que vá informado e menos ansioso, vamos dar-lhe uma pequena abordagem sobre os tratamentos existentes.

Atualmente, devido aos avanços da tecnologia, existem tratamentos para a má oclusão dentária. A escolha do tratamento irá depender da gravidade do seu problema.

As possibilidades de tratamento para má oclusão são:

  • Aparelho Dentário: neste caso o objetivo será mover as peças dentárias para que ocorra um alinhamento adequado, normalmente usando aparelho odontológico. Este aparelho deve ser usado, regra geral, de 6 meses a 2 anos, mas o tempo varia consoante a gravidade da situação. Durante o tratamento, se necessário, pode ser recomendada a remoção de dentes;
  • Facetas Dentárias: neste tratamento, os dentes são modificados a nível de comprimento, forma e superfície, com o uso de facetas. Deste modo, se a forma inadequada de uma peça dentária for o problema, o mesmo ficará resolvido;
  • Implante Dentário: por vezes o desequilíbrio surge devido à falta de dentes. Se for o caso, os implantes podem ajudar a restabelecer o equilíbrio da boca e, consequentemente, resolver a oclusão dentária;
  • Goteira Oclusal: como já foi referido, uma má oclusão pode provocar problemas na articulação temporomandibular e, até mesmo, bruxismo. Nestes casos a goteira oclusal será indicada pois irá proteger as peças dentárias, principalmente nos movimentos inconscientes durante o sono;
  • Cirurgia: em casos mais graves, as opções acima podem não ser o suficiente para colocar os dentes no local correto, portanto resta a cirurgia;

Desconfia que tem má oclusão dentária?

Ligue para (+351) 211 552 308 ou utilize o formulário abaixo e marque uma Consulta de Avaliação Dentária Geral para verificar o estado de sua Saúde Oral com o Dr. Eduardo Bastos e exponha as suas dúvidas, para que possa ser diagnosticada e tratada qualquer patologia de acordo com a sua necessidade.

Entraremos em contacto consigo para confirmar as datas disponíveis.

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Como branquear os dentes: 6 técnicas fáceis https://mint.pt/blog/branquear-dentes Fri, 02 Oct 2020 08:00:28 +0000 Branqueamento Dentário]]> https://mint.pt/?p=45888 Dentes brancos promovem a sensação – e, esperemos, a realidade – de ter um sorriso saudável. Esse sorriso irá melhorar a relação social com os outros e, mesmo, consigo próprio. Portanto, se o sorriso é o cartão de visita de cada pessoa, a manutenção da saúde oral é essencial.

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Dentes brancos promovem a sensação – e, esperemos, a realidade – de ter um sorriso saudável. Esse sorriso irá melhorar a relação social com os outros e, mesmo, consigo próprio.

Portanto, se o sorriso é o cartão de visita de cada pessoa, a manutenção da saúde oral é essencial.

Apesar do sorriso branco ser o objetivo de muitas pessoas, poucos sabem como branquear os dentes, mas existem técnicas fáceis que o podem ajudar. Tem dúvidas? Vamos partilhar consigo algumas dicas que lhe irão permitir ter um sorriso mais branco.

Iremos, ainda, esclarecer a dúvida de muitas pessoas: o bicarbonato é, realmente, indicado no processo de branqueamento dos seus dentes? Nós respondemos.


Antes de tudo, porque os dentes escurecem?

Antes de entender que existem métodos que permitem clarear os seus dentes, deve entender como acontece o escurecimento dos mesmos, tanto para entender as dicas de branqueamento como para proteger os seus dentes no futuro – e após um tratamento.

Os dentes, naturalmente, têm tendência a ser mais brancos, mas devido a diversos fatores – como os que vamos mencionar –, o escurecimento acontece. Algumas possibilidades para o escurecimento dos seus dentes são:

  • Avançar da idade;
  • Desgaste do esmalte;
  • Dentes desvitalizados ou com cáries dentárias;
  • Dentes que sofreram traumas;
  • Má higiene oral;
  • Tabaco;
  • Determinados alimentos e bebidas, como chá, café, refrigerantes ou vinho tinto;
  • Alterações dentárias provocadas por certos medicamentos.
» Leia também: Porque os dentes escurecem? + 5 dicas para evitar.

Claro que não tem de remover todos os hábitos da sua rotina. Por exemplo, o chá tende a escurecer os dentes, mas também tem diversos benefícios para o corpo, portanto porquê removê-lo? Nestas condições, para manter a sua saúde oral, apenas deve manter o consumo moderado.

Em alguns casos o problema do escurecimento dentário é intrínseco e não influenciado por fatores externos. Consulte o seu dentista para descobrir a causa do problema.

Testemunho Tratamento de Dentes Escurecidos:


6 dicas de como branquear os dentes

1. Manter (ou melhorar) a higiene oral

Comecemos pelo básico: como é a sua higiene oral? Quais os cuidados que tem com a sua boca? Faz a escovagem, pelo menos duas vezes ao dia? Usa uma pasta de dentes com flúor? Troca a escova com frequência? Usa o fio dentário? Faz a higienização da sua língua?

Se sim, certifique-se que usa os produtos adequados e mantenha a rotina. Se não, está na altura de fazer mudanças.

A escovagem é a higienização básica e que a maioria faz. Para ser eficaz, use uma pasta de dentes adequada e mantenha uma técnica de escovagem correta. Troque, ainda, a sua escova de dentes com alguma regularidade.

Quanto à pasta de dentes, fale com o seu dentista para saber qual a que se adequa melhor a si. Em alguns casos pode ser receitada uma pasta de dentes com efeito branqueador, algo que irá ser excelente para o seu objetivo. Deve, no entanto, tomar mais cuidados no uso desta pasta de dentes.

O fio dentário também deve ser usado com frequência, preferencialmente de manhã e à noite. Pode falar com o seu dentista sobre qual o melhor método para o seu caso.

Se faz bochechos com alguma solução, esta deve ser usada consoante as instruções da embalagem ou da forma aconselhada pelo seu dentista.

2. Consultas periódicas com o seu dentista

Ter consultas periódicas com o seu dentista é essencial para despistar atempadamente problemas de saúde oral antes de os mesmos se tornarem graves ou começarem a manifestar sintomas. Desta forma, o problema pode ser resolvido, de forma simples e rápida, e a sua saúde oral mantida.

Nestas consultas periódicas é também realizada uma higienização mais profunda e pormenorizada dos seus dentes, prevenindo o desenvolvimento de cáries e outros problemas provocados pela acumulação da placa bacteriana.

Estes problemas não só podem provocar dor e uma diminuição da saúde, como também podem estar na origem dos dentes escurecidos. Tratar o problema e fazer uma consulta de higiene oral pode ser o suficiente para ver um pequeno branqueamento a nível dos seus dentes.

3. Alterações a nível de alimentação

Existem alguns alimentos excelentes para quem pretende ter dentes mais brancos e outros que apenas dificultam todo o processo.

Por exemplo, a toma de alguns chás e de café influencia negativamente a tentativa de ter dentes mais brancos. Comportamentos como o uso de tabaco ou a ingestão de vinho terão o mesmo efeito negativo. Por outro lado, a ingestão de água ou de alguns alimentos – como maçãs – podem influenciar positivamente.

4. Branqueamento em consultório

O branqueamento dentário em consultório é o tratamento que consegue, de facto, uma alteração significativa da cor dentária. Clique aqui e conheça o branqueamento dentário realizado na MINT.

Neste procedimento, é aplicado um produto nos seus dentes que tem um efeito branqueador.

Posteriormente usa-se uma luz LED para acelerar a ativação e consequentemente o efeito do gel aplicado.

Usando esta luz “laser”, a ativação dos componentes do gel branqueador será conseguida mais facilmente, oferecendo resultados mais rápidos. Numa consulta de até uma hora é possível obter os resultados pretendidos sendo esta consulta suficiente. Em certos casos no entanto pode ser necessário um complemento do branqueamento em casa ou uma segunda consulta.

No caso específico de um dente desvitalizado, este pode também ser branqueado, contudo com um procedimento diferente. Nestas situações é colocada uma solução branqueadora dentro da coroa dentária o que afetará positivamente não só o exterior do dente, mas também o interior do mesmo. Este processo pode levar a um número maior de consultas. De referir, também, que o dente desvitalizado, na grande maioria dos casos escurece em poucos anos. Devido à dificuldade em igualá-lo, em muitos casos, aos restantes dentes e e para não submeter o dente a vários tratamentos, a faceta dentária costuma ser uma solução muito usada.

O branqueamento dentário pode provocar uma maior sensibilidade dentária que será reversível. O pós-tratamento implica alguns cuidados especiais a nível de limpeza e da dieta, cuidados esses que serão mencionados pelo seu dentista e devem ser seguidos.

5. Uso de facetas dentárias

Apesar de não ser uma forma natural de branquear os dentes, este é um tratamento dentário muito procurado por quem pretende dentes muito brancos, o chamado “Hollywood Smile”. A colocação de facetas dentárias consiste em revestir os dentes naturais com materiais cerâmicos de modo a que a sua aparência seja melhorada.

A reabilitação de um sorriso com facetas vai depender da questão em específico e, portanto, a decisão deve ser tomada em conjunto com o seu dentista. Isto porque, se por um lado o procedimento ajuda a corrigir alterações da cor, problemas a nível de forma e a branquear os dentes, por outro trata-se de um procedimento com um custo mais elevado e irreversível.

» Saiba tudo sobre o tratamento com Facetas Dentárias.

6. Tratamentos caseiros

Bicarbonato de sódio, limão, água oxigenada: são muitas as possibilidades de procedimentos caseiros com a finalidade de branquear os dentes. Estas costumam aparentar serem excelentes alternativas e bastante mais económicas quando comparadas aos tratamentos praticados em consultório.

Mas apesar de ser mais barato para a sua carteira, pode sair mais caro para os seus dentes. Isto porque quantidades mais elevadas de certos produtos ou mesmo dentes mais sensíveis podem reagir de forma diferente e provocar a destruição de esmalte ou o enfraquecimento do próprio dente.

Os tratamentos naturais podem, realmente, oferecer o resultado que procura – o branqueamento – mas também podem ter consequências a nível da saúde dos seus dentes e estruturas adjacentes. As consequências podem levar a que o gasto no dentista, posteriormente, seja mais elevado para que sejam corrigidas as alterações negativas.


Dentes mais brancos: é possível e seguro branquear os dentes com bicarbonato?

O uso de Bicarbonato no branqueamento é um dos tratamentos caseiros mais conhecidos e, sinceramente, uma rápida pesquisa no Google por termos como “branquear os dentes” ou “dentes brancos” vai, em algum momento, oferecer um resultado em que este tratamento caseiro esteja incluído.


A questão é: Os dentes ficam mais brancos com o uso de bicarbonato?

Sim. A composição do bicarbonato permite-o ser um agente abrasivo capaz de remover as manchas extrínsecas e os pigmentos aderidos à superfície dentária tornando, assim, os dentes mais brancos.

No entanto, o seu uso indiscriminado não é aconselhado. Quaisquer tratamentos naturais ‘branqueadores’ implicam o uso de produtos como bicarbonato de sódio, elevadas quantidades de limão, água oxigenada, entre outros que embora permitam resultados visíveis e, muitas vezes, os esperados podem provocar, a nível de estruturas orais, resultados não tão positivos.

Os dentes podem ficar mais desgastados, frágeis ou mais sensíveis e as gengivas podem também ser afetadas. Além disso, com tratamentos mal-executados, os dentes podem inclusive voltar a escurecer rapidamente. Tratamentos naturais que consistam em mudanças alimentares, esses sim, são excelentes opções, livres de contrapartidas, para qualquer pessoa.

Portanto, na nossa opinião, fale com o seu dentista antes de tomar a decisão de branquear os seus dentes, especialmente se o quiser realizar de forma caseira. Saiba qual a sua opinião e que outro tratamento mais seguro poderia fazer, igualmente barato. Saiba quais as alterações que podem melhorar a sua saúde oral. E, melhor, descubra se o escurecimento dos seus dentes se deve a um problema – como cáries – que deve ser tratado num consultório.

Apesar de existirem tratamentos caseiros que podem oferecer o resultado pretendido e que ficam mais baratos no seu bolso, aconselhamo-lo a falar previamente com o seu dentista. Por vezes uma mudança na sua alimentação, uma melhor higienização e uma limpeza dentária com o seu dentista é tudo o que precisa.

Deseja branquear os dentes?

Ligue para (+351) 211 552 308 ou utilize o formulário abaixo e marque uma Consulta de Avaliação Dentária Geral para verificar o estado de sua Saúde Oral com o Dr. Eduardo Bastos e exponha as suas dúvidas, para que possa ser diagnosticada e tratada qualquer patologia de acordo com a sua necessidade.

Entraremos em contacto consigo para confirmar as datas disponíveis.

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Extração de dente, quando é necessária? Existem alternativas? https://mint.pt/blog/extracao-dente Fri, 10 Jul 2020 20:27:42 +0000 https://mint.pt/?p=45684 Extrair um dente é sinónimo de remover esse mesmo dente. Essa remoção ou extração dentária pode ter consequências a nível funcional e, em alguns casos, a nível estético. Nestas condições, como seria de esperar, nem sempre a extração é a primeira escolha. Embora não seja sempre uma escolha, por vezes é necessário extrair o dente para manter o equilíbrio e a saúde da boca. Após a remoção, alguns pacientes decidem fazer tratamentos que restabeleçam o funcionamento e a estética, como colocar implantes dentários.

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Extrair um dente é sinónimo de remover esse mesmo dente. Essa remoção ou extração dentária pode ter consequências a nível funcional e, em alguns casos, a nível estético. Nestas condições, como seria de esperar, nem sempre a extração é a primeira escolha.

Embora não seja sempre uma escolha, por vezes é necessário extrair o dente para manter o equilíbrio e a saúde da boca. Após a remoção, alguns pacientes decidem fazer tratamentos que restabeleçam o funcionamento e a estética, como colocar implantes dentários.

Quando se pensa em remoção dos dentes, muitos pacientes ficam assustados e evitam o assunto. Evitar o problema, no entanto, pode agravá-lo; e algo que podia ser tratado de forma simples, torna-se um problema mais complexo.

Como não queremos que adie o assunto, vamos explicar um pouco melhor em que consiste a extração de dente, em que situações é necessária, se existem alternativas e muito mais.


Antes de tudo vamos aos básicos: em que consiste a extração dentária?

A extração ou remoção de dentes é um processo simples e que é realizado com toda a segurança, de modo a evitar complicações durante o tratamento e no pós-tratamento.

Antes deste procedimento ser realizado, o dentista marca uma consulta de avaliação com o paciente. Nessa consulta é avaliado o problema e ponderadas as diversas soluções para o mesmo; por vezes a única forma de restabelecer o equilíbrio é através da remoção do dente.

Essa extração ocorre, normalmente, quando o dente está muito destruído e não existem outras hipóteses de tratamentos disponíveis. Além disso, estas extrações, na maior parte das vezes, fazem parte da vida de um indivíduo a longo prazo, mesmo que o paciente tenha todos os cuidados possíveis.

Os mais jovens também são submetidos a este tratamento, principalmente na extração de dente de leite e na extração de dente do siso. Os dentes do siso são extraídos com uma elevada frequência pois a sua permanência causa desequilíbrio – há exceções.

Mais abaixo irá entender quais os restantes motivos que levam à extração dentária.


A extração dentária é sempre necessária?

Como já referimos anteriormente, antes da extração é feita uma avaliação completa para entender quais as possibilidades de tratamento. Em alguns casos existem outras possibilidades que evitam a extração.

No entanto, caso a extração seja a única hipótese, deve fazê-lo para evitar agravar o problema e, consequentemente, sujeitar-se a possíveis doenças.


Contraindicações da extração dentária

Na maioria dos casos não existem contraindicações à extração dentária. Mesmo quando o dente se encontra inflamado ou com uma infeção, o tratamento, à partida, pode ser realizado. A gravidez também não é um impedimento a este tratamento.

Mesmo assim existem algumas questões que devem ser tidas em conta pois podem ser um impedimento a esta extração, nomeadamente:

  • Leucemia ou anemia grave;
  • Pacientes com determinadas doenças, como a sífilis ou a tuberculose – a não ser que sejam devidamente acompanhadas e controladas;
  • Pacientes com problemas de imunidade;
  • Pacientes submetidos a tratamentos de radioterapia ou quimioterapia;
  • Pacientes que tomem anticoagulantes;

A remoção do dente é dolorosa?

Este é um tratamento muito evitado devido à sua associação com a dor. No entanto as técnicas e a tecnologia evoluíram nos últimos anos e, como tal, este procedimento está mais simples e praticamente indolor.

Em que circunstâncias é necessário extrair um dente?

Os dentes podem ser extraídos por diversos motivos, sendo que alguns deles são os mencionados de seguida:

  • Dente com necrose em que não pode ser feito, apenas, o tratamento do canal;
  • Dentes desvitalizados, cujo tratamento não foi bem-sucedido;
  • Inexistência de espaço para todos os dentes na boca, como acontece com o dente do siso, podendo estes ser dente do siso incluso ou semi-incluso, por exemplo;
  • Necessidade de alinhar os dentes para tratamento com aparelho dentário;
  • Uma cárie muito profunda no dente, sendo esta a razão mais frequente;
  • Uma infeção que destruiu uma grande porção do dente ou do osso adjacente;

Quais os passos deste tratamento?

Caso realmente se decida que o tratamento mais adequado é a extração dentária, o que se segue são um conjunto de passos que se iniciam numa análise completa ao paciente e terminam com o pós-operatório.

Deixe que lhe expliquemos cada passo deste procedimento.

1. Avaliação médica

Antes de tudo, deve ser feita uma avaliação completa com o paciente, de modo a ponderar outros tratamentos que não incluam a extração. Caso, no entanto, tenha de ser sujeito a este tratamento, começa uma avaliação completa.

O dentista irá fazer uma revisão ao seu histórico médico e também irá pedir as radiografias necessárias para avaliar o dente, o seu estado e as estruturas adjacentes. Se o caso for mais complexo do que aquele que o dentista é capaz de executar, o paciente deve ser encaminhado para um cirurgião-dentista.

2. Anestesia local

Avançando para o procedimento, o próximo passo é a aplicação de anestesia local para diminuir a possibilidade de dor. O dentista irá garantir as melhores condições de segurança para que o tratamento tenha o sucesso esperado. Esta segurança também irá evitar infeções.

3. Mobilidade dentária

O passo seguinte consiste em aumentar a mobilidade do dente. Para tal, o mesmo deve ser descolado da gengiva e do próprio osso, com um instrumento próprio. Esta mobilização é o que irá permitir uma extração mais rápida.

4. Extração do dente

Finalmente o dente está descolado das regiões adjacentes e pode ser extraído. Neste momento pode ser usado o mesmo utensílio ou um diferente que facilite o trabalho. À partida, com a anestesia, não sentirá qualquer dor.

5. Prevenção de hemorragia e colocação de pontos

Concluída a extração, chegou o momento de permitir a coagulação do sangue; para tal serão usados cuidados próprios para essa finalidade. Se necessário, o dentista também pode suturar a região com alguns pontos cirúrgicos.


Cuidados a ter após o tratamento

Terminado o procedimento, pode esperar alguma dor e possível sangramento. No entanto o seu dentista irá aconselhá-lo quanto aos melhores cuidados no pós-operatório e perante que condições deverá voltar ao dentista.

Nesta explicação irá entender que as primeiras 24 horas são as mais importantes.

De forma resumida, alguns comportamentos que, certamente, serão mencionados e dos quais não deve descuidar são:

  • A higienização deve ser mantida consoante os conselhos do seu dentista. Caso tenha dúvidas quanto ao elixir ou à pasta de dentes, por exemplo, deve esclarecer após o procedimento;
  • A ingestão de alimentos está indicada após o término do efeito da anestesia. Após o efeito, pode ingerir alimentos líquidos ou um pouco mais pastosos, como puré, e, preferencialmente, gelados;
  • Aplicar compressas geladas sobre o rosto de modo a evitar o inchaço;
  • Beba água à vontade! A hidratação é excelente na recuperação;
  • Caso sinta dores, deve cumprir a prescrição médica rigorosamente;
  • Cumpra a prescrição médica pois podem ser receitados antibióticos;
  • Deve dormir com a cabeça mais elevada que o corpo;
  • Evitar a prática de exercício físico, principalmente nas primeiras 24 horas;
  • Evitar beber álcool ou fumar nas primeiras 24 horas;
  • Não falte à consulta marcada com o dentista, pois essa irá analisar o sucesso do tratamento;
  • Não fique exposto ao sol e evite banhos muito quentes nos primeiros dias;
  • Não tocar na ferida com os dedos ou outros objetos que possam criar uma infeção;
  • Por último, se sentir sintomas fora do que seria de esperar, entre em contacto com o seu dentista para uma avaliação.

Como restabelecer as funções dentárias após realizar uma extração?

A extração de um dente implica a ausência do mesmo e, portanto, algumas funções podem ficar comprometidas – e mesmo a estética pode ficar comprometida. Como tal, regra geral, o procedimento que segue é o restabelecimento dessas funções ou da estética.

Claro que em alguns casos este procedimento não é importante. Um dente do siso é extraído por necessidade de espaço; repor esse dente não seria útil. A reposição de um dente de leite também não é necessária, pois os dentes definitivos irão crescer em breve. Caso a extração seja para alinhar os dentes durante o uso do aparelho dentário, o restabelecimento dos mesmos também não será necessário.

No entanto, caso o dente seja extraído devido a uma cárie ou a outro problema que forçou a extração, a reposição pode ser uma opção. Essa reposição pode ser feita através de uma das opções abaixo:

  • Prótese dentária removível: esta prótese permite ao paciente colocar e retirar da boca, ou seja, pode colocar durante o dia e retirar ao dormir. Esta pode ser acrílica, esquelética, mista ou flexível.
  • Prótese dentária fixa: esta prótese pretende restaurar parcialmente ou na totalidade a coroa de um ou mais dentes. Neste caso em específico, a prótese iria compensar a ausência de um dente. Estas são colocadas sobre implantes dentários ou sobre os dentes naturais. Não pode ser removida pelo paciente;
  • Implantes dentários: o implante pretende substituir um dente natural, podendo ser colocado no osso do maxilar superior ou inferior para suporte de funções básicas.

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Porque os dentes escurecem? + 5 dicas para evitar https://mint.pt/blog/porque-dentes-escurecem https://mint.pt/blog/porque-dentes-escurecem#respond Thu, 04 Jun 2020 13:24:04 +0000 https://mint.pt/?p=45663 Os dentes escurecidos não são os dentes amarelados, mas os que se aproximam da tonalidade cinzenta. Nem sempre estes são um problema que afeta a saúde, mas, em muitos casos, afetam a auto-estima da pessoa, o que pode afetar o estilo de vida. Se os dentes escurecidos forem um problema com o qual está familiarizado, saiba quais as causas do seu aparecimento e quais os tratamentos. Conheça, ainda, como evitar este problema, mantendo um estado saudável.

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Os dentes escurecidos não são os dentes amarelados, mas os que se aproximam da tonalidade cinzenta. Nem sempre estes são um problema que afeta a saúde, mas, em muitos casos, afetam a auto-estima da pessoa, o que pode afetar o estilo de vida.

Se os dentes escurecidos forem um problema com o qual está familiarizado, saiba quais as causas do seu aparecimento e quais os tratamentos. Conheça, ainda, como evitar este problema, mantendo um estado saudável.


Afinal, como ocorre o escurecimento dentário?

O escurecimento dos dentes é um processo natural que ocorre com o avançar da idade dos pacientes, mas existem mais razões que levam a essa mudança de cor. Este é um problema que pode afetar os mais velhos, mas também as crianças.

Outras causas deste problema de saúde oral são a alimentação, os traumas – como acontece em acidentes –, o uso de alguns medicamentos, o excesso de flúor, o tratamento de canal, hábitos de risco – como o tabagismo –, o tártaro, a erosão dos dentes – este desgaste pode ocorrer por diversas razões – e muito mais.

Estas possíveis causas podem levar ao escurecimento de apenas um dente ou vários.


O envelhecimento afeta a cor dos seus dentes?

O envelhecimento provoca alterações em todo o nosso corpo. Os ossos ficam mais fracos, o cansaço é mais nítido e, claro, os dentes perdem a sua força. O escurecimento dos dentes é uma das consequências do envelhecimento.

No entanto, embora seja um processo natural, existem formas de tratar o problema – por questões estéticas e não só – e, ainda, formas de retardar a mudança de cor.

Essas informações podem ser encontradas ao longo do conteúdo.


Quais os sintomas associados as escurecimento dos dentes?

A alteração da coloração, só por si, não provoca quaisquer sintomas no paciente. Sendo assim, porque deve marcar uma consulta no seu dentista?

O dente escurecido pode ser um alerta para problemas mais graves e, nesse caso, será necessário descobrir a causa e tratar o problema.

Esta alteração também pode provocar problemas a nível de auto-estima do paciente, portanto, se for o seu caso, marque uma consulta para tratamento do problema.


Existe tratamento para o escurecimento dos dentes?

As manchas e o escurecimento dos dentes podem ser resolvidas com tratamentos que se adequem à causa do problema. De seguida encontram-se os tratamentos para as causas mais comuns do escurecimento dentário.

1. Branqueamento Dentário

O clareamento dos dentes pode ser feito tanto no consultório do dentista como em casa, com produtos profissionais – evite os tratamentos caseiros. Claro que, tratando-se da sua saúde oral, aconselhamos sempre o tratamento com um especialista.

Este tratamento, basicamente, consiste em descolorar os dentes e dar-lhes um aspeto menos escurecido.

Existe, ainda, diferença entre o clareamento externo e o clareamento interno, sendo que o primeiro trata as manchas mais superficiais e o segundo cuida da estrutura interna. O clareamento interno é mais indicado para quem tem apenas um dente – ou poucos dentes – escurecidos.

2. Tratamento de canal

Este tratamento é adequado quando as estruturas internas têm problemas. Em caso de inflamação, infeção, necrose, entre outros, os dentes ficam mais escurecidos e, muitas vezes, apenas o tratamento de canal pode tratar.

Este é um tratamento que exige algum cuidado, portanto faça-o apenas com um especialista na área. Dessa forma conseguirá garantir que o tratamento será sucedido.

3. Tartarectomia

Por vezes o problema dos dentes escurecidos está na presença de tártaro. Nesses casos, será necessário fazer uma tartarectomia que, basicamente, é uma limpeza dentária que irá atuar em zonas que o paciente não conseguiria apenas com a sua higienização diária.

Esta limpeza deve ser feita no seu dentista, não tente fazer com tratamentos caseiros.

4. Facetas dentárias e lentes de contacto dental

As facetas dentárias e as lentes de contacto dental são muito parecidas; a sua diferença está na espessura das mesmas.

Este tratamento é indicado para a correção de imperfeições, tanto estruturais e de alinhamento, como a nível de escurecimento dentário. O resultado é natural e, regra geral, deixa os pacientes muito satisfeitos.


5 dicas para evitar o escurecimento dos dentes

1. Faça uma higienização correta

Lavar os dentes, passar o fio dental e usar o elixir são três ações importantes para uma higiene oral adequada. Estes hábitos, quando implementados corretamente, evitam o escurecimento dos dentes e outros problemas de saúde oral.

Escolha uma escova de dentes adequada e uma pasta de dentes que preencha as suas necessidades. Durante a escovagem, tome atenção aos cantos mais afastados do centro da boca e à língua.

O fio dental e o elixir também devem ser escolhidos de acordo com as necessidades dos seus dentes e boca. Aconselhe-se acerca dos melhores produtos para si junto a um profissional.

2. Escove os dentes após o consumo de certos alimentos

A escovagem dos dentes é um processo obrigatório para os pacientes que pretendem manter uma boa higiene oral.

Mas imaginemos que está no escritório, sai para beber café e volta poucos minutos depois para o trabalho. Nestas circunstâncias, costuma lavar os seus dentes? Acreditamos que a maioria dos portugueses diga que não, mas a realidade é que este é um comportamento que leva ao escurecimento dos dentes.

Alguns alimentos, normalmente com corantes, exigem uma escovagem após o seu consumo e o café é um desses alimentos.

Por outro lado, também deve evitar escovar os dentes após o consumo de alimentos ácidos, de modo a evitar o desgaste do esmalte. Nestes casos aguarde 10 a 20 minutos antes de lavar os dentes.

3. Tome atenção à sua alimentação

A alimentação também tem um papel muito importante na mudança de cor dos seus dentes.

Para manter a saúde dentária deve evitar alimentos com corantes – aqui inclui-se o café, portanto se tiver uma alternativa ao café, use-a – e diminuir o consumo de vinho e refrigerantes.

Mas não deve apenas evitar os comportamentos negativos, mas também implementar bons comportamentos alimentares, como o comer uma maçã após as refeições. Esta pequena ação irá aumentar a produção de saliva, neutralizar odores e aumentar o pH, mantendo os dentes mais limpos e sem manchas.

Lembre-se que implementar bons hábitos não substitui a higiene oral.

4. Evite hábitos de risco

Tomar atenção aos alimentos consumidos é essencial, mas lembre-se de evitar comportamentos de risco, como fumar.

Este hábito é um risco para o aparecimento de muitas doenças, incluindo as doenças da boca. Este comportamento pode provocar mau hálito, paladar alterado e, claro, o escurecimento precoce dos dentes.

Deve, ainda, evitar outros comportamentos como morder objetos, roer unhas, mudanças bruscas de temperatura nos dentes e muito mais. O objetivo é diminuir, ao máximo, os traumas que causa nos dentes.

5. Vá ao dentista com regularidade

Como acontece em todos os casos relacionados aos dentes, marcar consultas regulares com o seu dentista é essencial para prevenir e para solucionar o problema.

Marque uma consulta a cada 6 meses ou de acordo com a regularidade recomendada pelo profissional.

Agora que sabe tudo o que precisa sobre as manchas escuras nos dentes, aja consoante. Opte por hábitos saudáveis que irão garantir um sorriso que dure.


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Manchas Brancas nos Dentes: o que são, quais as causas e como tratar? https://mint.pt/blog/manchas-brancas-dentes https://mint.pt/blog/manchas-brancas-dentes#respond Sat, 30 May 2020 21:08:24 +0000 https://mint.pt/?p=45655 As manchas brancas são um problema que parece inofensivo, pois muitas vezes estão associadas apenas a uma questão estética e, na maioria dosa casos, não provocam sintomas ao paciente. No entanto, as manchas podem ser um problema com consequências futuras, como acontece no caso das cáries. A gravidade da situação só pode ser avaliada por um especialista, mas antes de agendar a sua consulta na Clínica MINT, saiba quais as possíveis causas deste problema dentário, quais os tratamentos e, se ainda não tiver manchas, como as pode evitar.

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As manchas brancas são um problema que parece inofensivo, pois muitas vezes estão associadas apenas a uma questão estética e, na maioria dosa casos, não provocam sintomas ao paciente.

No entanto, as manchas podem ser um problema com consequências futuras, como acontece no caso das cáries.

A gravidade da situação só pode ser avaliada por um especialista, mas antes de agendar a sua consulta na Clínica MINT, saiba quais as possíveis causas deste problema dentário, quais os tratamentos e, se ainda não tiver manchas, como as pode evitar.


O que são as manchas brancas nos dentes e porque surgem?

Para que entenda o porquê de surgirem manchas brancas nos dentes, deve saber que o esmalte dentário é constituído em 90% por substâncias minerais e nos restantes 10% por água e materiais orgânicos. Esse é o equilíbrio natural.

No entanto, durante a formação dentária, várias substâncias podem influenciar o desenvolvimento, resultando em desequilíbrios. As manchas brancas são o resultado desses desequilíbrios.

Além da influência de substâncias durante a formação, as manchas brancas também surgem devido a outros problemas, como será mencionado ao longo do conteúdo.

Caso detete manchas brancas nos seus dentes, o primeiro passo é marcar uma consulta com o seu dentista para entender qual a causa do problema ou desequilíbrio. Com essa informação, pode ser feito o tratamento e podem ser implementadas medidas de prevenção para o futuro.


Quais as causas das manchas brancas nos dentes?

A fluorose dentária é a causa mais comum no surgimento de manchas brancas, mas não é a única. Outras causas comuns são as cáries, hábitos incorporados no seu estilo de vida ou, até, acidez excessiva na boca.

Uma consulta no seu dentista é o suficiente para que se entenda a causa do problema e para que se proceda ao tratamento adequado.

Fluorose dentária

Este termo está associado às alterações químicas que ocorrem durante a formação dentária, normalmente resultado de um uso excessivo de flúor. Este uso excessivo está muito associado às crianças.

Apesar de esta substância ser essencial e ajudar a manter o equilíbrio dos minerais, o seu uso excessivo tem consequências, nomeadamente o aparecimento das manchas brancas. A alteração da estrutura do dente afeta a estética do paciente e, em alguns casos, a própria saúde.

As manchas resultantes do uso excessivo do flúor podem ser removidas através de um branqueamento dentário. Existem, ainda, outros tratamentos que irão ser mencionados ao longo do conteúdo.
Estilo de vida

Se tem por hábito o consumo de bebidas alcoólicas ou o tabagismo, pode promover o aparecimento de manchas brancas nos dentes. Estes dois hábitos resultam na desidratação, o que pode conduzir a este quadro clínico.

Remover estes hábitos do seu estilo de vida pode não ser o suficiente para regredir este aparecimento. Fale com o seu dentista para saber quais as medidas necessárias.

Cárie

As cáries são conhecidas como sendo escuras. Sendo assim, como as manchas brancas estão envolvidas? As cáries começam o seu processo com a desmineralização do esmalte e, durante o processo, surgem as manchas brancas.

Nesta fase inicial é difícil distinguir se a causa será uma cárie, daí a importância de marcar uma consulta com o dentista. Este irá analisar a situação e se, efetivamente, a causa das manchas for uma cárie, o tratamento será feito antes de ter consequências para a sua saúde.

Este problema pode ser evitado com uma boa higiene oral e com visitas regulares ao dentista.

Hipoplasia do esmalte

Esta condição pode provocar o aparecimento de manchas, mas também a alteração na cor ou irregularidades estruturais.

A causa desta doença pode ser hereditária, mas também traumas, cáries nos dentes de leite, défice vitamínico, uso de alguns medicamentos, entre outras.

Acidez excessiva na boca

A acidez excessiva será o último ponto que vamos abordar nas possíveis causas, mas existem outras que podem ser diagnosticadas numa consulta.

A acidez resulta da alteração do pH bucal que, normalmente, acontece devido ao consumo de alimentos ácidos ou à baixa qualidade do fluxo salivar. Quando a acidez surge, ocorrem alterações no esmalte devido à desmineralização.

Este é um problema que deve ser tratado o mais depressa possível, pois além das manchas nos dentes, também pode ocorrer a erosão dos mesmos.


Existem sintomas associados?

Estas manchas brancas, regra geral, são assintomáticas. Devido à ausência de sintomas, muitos pacientes não marcam consulta com um profissional. Isto é incorreto porque o problema pode evoluir para algo pior.

Por exemplo, se a causa das manchas for uma cárie, em pouco tempo irá danificar o dente e o tratamento será mais difícil. No caso da cárie, dependendo do estado, também pode sentir dores.

Apesar de assintomáticas, as manchas podem provocar uma quebra na auto-estima do paciente, tal como a maioria dos problemas dentários.

Mesmo com as consequências a nível de auto-estima, muitos pacientes esperam que as manchas desapareçam. No entanto, após o aparecimento destas manchas, a remoção só será conseguida com um tratamento.


Como evitar o aparecimento das manchas brancas?

Se ainda não tem manchas brancas ou se fez um tratamento para remoção e não quer que voltem a aparecer, deve ter alguns cuidados com os dentes. Seguem-se alguns dos que consideramos mais importantes – e que resultam!

  • Alteração do estilo de vida: se as possíveis causas são os hábitos tabágicos e o consumo de bebidas alcoólicas, evitar estes comportamentos ajuda a evitar as manchas brancas. O dentista também pode aconselhar uma mudança na sua alimentação, principalmente para que evite alimentos ácidos.
  • Consultas de rotina: as consultas de rotina são sempre a melhor forma de evitar o aparecimento das manchas brancas nos dentes – e outros problemas dentários. Nas consultas de rotina, além de se avaliar a saúde da boca, também é feita uma limpeza de rotina onde é removida a placa bacteriana e as possíveis manchas.
  • Higienização: a higienização também é importante para evitar as manchas nos dentes. Escove os dentes com uma escova e pasta adequadas e use o fio dental e o elixir.
  • Produtos de remineralização do esmalte: se o problema for o desequilíbrio químico, a remineralização é essencial. Existem produtos próprios que serão recomendados pelo seu dentista, se necessário.


Como tratar as manchas brancas nos dentes?

Caso tenha manchas nos dentes, acreditamos que esperou todo o artigo por esta resposta: o tratamento vai depender da causa do problema. Lembrando que as manchas podem estar associadas a mais do que um problema e, nesse caso, o tratamento pode ser mais demorado.

Branqueamento dentário

O branqueamento dentário é um tratamento estético que permite ao paciente ter um sorriso mais branco, sem que os seus dentes sejam danificados. Neste caso, o tratamento dentário iria atuar nas manchas brancas, removendo-as.

O que acontece neste tratamento é a remoção da camada mais externa, resultando na remoção das manchas brancas dos dentes.

Além da vantagem mencionada, o tratamento também irá branquear o seu sorriso, melhorando significativamente a estética dentária e a própria auto-estima. Existe, no entanto, um limite de “branco” que é possível alcançar nos tratamentos, portanto mantenha as expetativas dentro das possibilidades do seu caso.

Seja qual for o nível de branco possível nos seus dentes, acreditamos que deixe o consultório com um sorriso no rosto.

Microabrasão

Este é um dos tratamentos preferidos para a resolução das manchas brancas, devido a ser pouco invasivo e a ter um desgaste menos acentuado para o paciente.

Na microabrasão, através do uso de químicos, é possível remover a camada mais superficial do esmalte ou retirar, apenas, a parte afetada pela mancha branca.

Em alguns casos, no final do tratamento, o dentista pode aplicar flúor, sendo excelente para a proteção da sua boca.

Facetas dentárias

Em casos de fluorose muito acentuada, as facetas dentárias podem ser a melhor solução.

Apesar de ser uma técnica mais invasiva, as facetas dentárias, ou lentes de contacto dental, podem alterar completamente o seu sorriso e resolver o problema de forma rápida. Estas permitem alterar a cor, a forma, o tamanho ou o comprimento dos dentes.

As facetas são desenhadas e personalizadas para cada caso específico, produzidas com um material de elevada resistência. Os materiais de última geração mimetizam de forma perfeita a dentição natural.

Resumindo o conteúdo, se tem manchas brancas nos dentes, deve começar por, numa consulta com o seu dentista, descobrir a razão do desequilíbrio. Descoberta a causa, pode ser feito o tratamento e implementados novos hábitos para evitar o aparecimento das manchas novamente.

Lembre-se, ainda, de tomar atenção à saúde oral da criança pois este problema tende a aparecer muito cedo.


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Volte a Sorrir: Reabilitação Oral é para todos https://mint.pt/blog/volte-a-sorrir-reabilitacao-oral https://mint.pt/blog/volte-a-sorrir-reabilitacao-oral#respond Mon, 03 Feb 2020 07:00:07 +0000 https://mint.pt/?p=45459 Os nossos dentes são parte do nosso organismo, e pela lógica, tanto devemos ter em atenção um problema na boca como um problema no estômago, por exemplo. Até se pode arriscar dizer que deveria até existir um maior cuidado no primeiro caso, uma vez que é na boca que se inicia todo o processo digestivo, havendo, inclusive, situações de desenvolvimento de problemas gástricos que derivam de um mau estado de saude oral ou de uma má capacidade mastigatória.

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No início do século XVII, Miguel de Cervantes escreve na sua maior criação, Dom Quixote de la Mancha, que “um dente deve ser estimado muito mais que um diamante”. Desde então mais de 400 anos se passaram e, no entanto, esta é uma frase que ainda hoje deve ser tida como válida, merecendo algum do nosso tempo para reflexão.

Os nossos dentes são elementos fundamentais para a nossa vivência no mundo, permitindo entre muitas outras coisas alimentarmo-nos, uma necessidade básica da condição humana, e expressarmo-nos, uma mais-valia na nossa convivência em sociedade.

No entanto, a realidade é que nem sempre pensamos na importância do cuidar e manter a nossa saúde oral, caindo no erro de se menosprezar pequenos problemas que podem ir surgindo e que, a pouco e pouco, vão agravando sem que tenhamos a noção do quanto.

Experiências traumáticas, limitações financeiras, falta de tempo e vergonha são alguns dos motivos que levam as pessoas a distanciar-se do médico dentista, permitindo a decadência do seu estado de saúde oral.

De acordo com os dados divulgados pela Ordem dos Médicos Dentistas (OMD) referentes ao ano transato, 70% dos portugueses têm falta de dentes naturais (não contabilizando os dentes do siso) e destes 35% já perdeu seis ou mais dentes, sendo que 8% são desdentados totais.

A parcela mais alarmante é, no entanto, aquela que afirma que, desta fatia populacional que perdeu dentes naturais, mais de metade não tem qualquer tipo de solução reabilitadora a substituir estas ausências dentárias.

Evolução da Medicina Dentária em Portugal

A medicina dentária têm-se revolucionado ao longo dos últimos anos, com o desenvolvimento de técnicas cada vez mais eficazes e capazes de prover-nos, médicos dentistas e profissionais de saúde oral, de ferramentas para a realização de tratamentos mais rápidos, menos agressivos, mais duradouros, indolores e, portanto, melhores para o paciente. A reabilitação oral é uma das áreas que se tem expandido e otimizado ininterruptamente, estando cada vez mais orientada e personalizada para cada paciente de acordo com as suas necessidades e expectativas, visando sempre o seu principio base da recuperação de uma correcta e adequada função mastigatória, fonética e também estética.

Mas recuando um pouco nesta linha de raciocínio e voltando a citar dados estatísticos da OMD, um dos principais fatores que justifica a falta de procura de um médico dentista é a limitação financeira, segundo um terço da população inquirida.

É verdade que uma reabilitação oral, quando extensa, pode, por vezes, traduzir um grande investimento para o paciente que necessita de vários tratamentos. Mas nem sempre tem de ser necessariamente assim ou, por outro lado, podem ser presumidos planos de procedimentos de forma errada. Ora vejamos.

Tomemos, como exemplo, um caso de um desdentado total que quer ter dentes fixos e põe como hipótese recorrer a implantes para atingir esse fim. A falta de conhecimento específico das técnicas da área podem, frequentemente, levar ao erro de se sobrestimar a quantidade de tratamentos necessários, neste caso implantes, e por conseguinte deduzir um orçamento exagerado.

Ainda assim, é sempre necessário, de facto, algum investimento para a substituição ou recuperação de dentes perdidos ou degradados e restabelecimento de um estado de saúde oral e de uma correta função mastigatória.

Esse investimento requer, muitas vezes, um certo esforço financeiro por parte do paciente mas que é contudo, num grande número de casos, desviado para outras “prioridades” que surgem.

Mas porquê investir na reabilitação oral?

Os nossos dentes são parte do nosso organismo, e pela lógica, tanto devemos ter em atenção um problema na boca como um problema no estômago, por exemplo. Até se pode arriscar dizer que deveria até existir um maior cuidado no primeiro caso, uma vez que é na boca que se inicia todo o processo digestivo, havendo, inclusive, situações de desenvolvimento de problemas gástricos que derivam de um mau estado de saude oral ou de uma má capacidade mastigatória.

Além da porta de entrada fisiológica que a nossa cavidade oral representa, ela é também responsável por um dos 5 sentidos do corpo humano: o paladar. Quando em saúde não só é mais adequada a nossa mastigação mas também o nosso paladar e sentido de degustação são mais fieis e apurados.

Do ponto de vista psico-social também a nossa boca detém um importante papel no que diz respeito à nossa estabilidade e identidade psicológicas bem como nas relações inter-pessoais. Todo o sistema oral que inclui os dentes a língua e toda a musculatura em redor, permite-nos não só a comunicação com os nossos pares pelo nosso discurso e articulação de palavras, a expressão e transmissão de emoções através de sorrisos e de beijos, mas também influencia, e de forma significativa, a nossa auto-estima e auto-confiança.

Mas ainda que a maior parte do acima escrito já seja de conhecimento geral, continua a existir alguma relutância na procura de formas para restaurar a saúde oral e recuperar a correta função e estética que foram perdidas ao longo dos anos. E, apesar de já no início deste artigo terem sido abordados alguns dos fatores responsáveis, aquele que não deverá ser justificação é a desinformação acerca do multifacetado leque de soluções que a área da reabilitação oral e outras nos oferecem. Porque reabilitar vai muito para além de colocar uma coroa ou um implante.

Num mundo cada vez mais digital, qualquer pergunta que se irrompa, acerca de qualquer assunto, tem dezenas de respostas à distância de um click. Isto é verdade tanto quando pesquisamos por sintomas de uma gripe que se instalou como quando procuramos ideias para jantar. E também no que diz respeito à reabilitação oral, existem no mundo virtual uma imensidão de textos e artigos que se dedicam ao tema, expondo e explicando várias soluções e vias de colmatar uma falha ou lidar com os mais variados tipos de problemas. De facto existe tanta informação que por vezes a dificuldade surge na altura de selecionar o que é de facto viável ou fidedigno e aquilo que poderá ser apenas uma manobra comercial para promoção de determinado tratamento.

Por forma a esclarecer e compilar muitas das ideias dispersas no ciberespaço, seguem alguns parágrafos referentes às várias formas de reabilitação oral cujo sucesso, nos dias de hoje, já foi mais que comprovado, podendo ser qualquer uma delas ponderada para qualquer paciente. É importante realçar, no entanto, que cada um destes tópicos incorporam muitas variáveis, sendo que cada um deles a ser revisto a fundo teria muito mais informação do que aquela que será aqui retratada.


Reabilitação Oral com Implantes Dentários

A colocação de um implante dentário para colmatar um dente perdido é atualmente um dos procedimentos mais rotineiramente realizados a nível mundial.

A intensa investigação e desenvolvimento destas peças em titânio, e mais recentemente, em cerâmica têm vindo a tornar a reabilitação com implantes o tratamento de primeira linha, quer para médicos quer para pacientes, dada a sua elevada previsibilidade, taxa de sucesso e capacidade de satisfazer cada vez mais as necessidades estéticas e funcionais.

Este tipo de restituição dentária consiste, regra geral, num tratamento realizado em duas fases sendo a primeira cirúrgica, para colocação do implante propriamente dito no osso da zona desdentada. O implante funcionará então como raíz do futuro dente protético. Numa segunda fase, após alguns meses de cicatrização e união do implante ao osso, tempo designado por período de osteointegração, é feita uma impressão ou molde ao implante e pedido a um laboratório a confecção de uma coroa que será suportada pelo pilar de titânio. E assim, apenas em três consultas, espaçadas no tempo, é possível recuperar um dente perdido, de forma eficaz.

Mas não só os implantes são planeados para situações unitárias, como também para reabilitações totais, sendo hoje possível, e de forma relativamente rápida e simples, a colocação de dentes fixos ou semi-fixos num paciente desdentado total.


Próteses Fixas Implantossuportadas

Este tipo de próteses consiste na colocação da totalidade dos dentes superiores e/ou inferiores, de forma fixa, utilizando apenas alguns implantes como pilares de sustentação, distribuídos, de forma equilibrada, pelos maxilares. Um dos mais conhecidos tipos de reabilitação deste género consiste no chamado conceito de All-on-four, onde através de quatro implantes, estrategicamente posicionados, é possível a colocação de uma ponte fixa implantossuportada que restabeleça todos os dentes perdidos da arcada.

Nesta alta gama de reabilitações totais ou completas de um ou ambos os maxilares o investimento financeiro é, por norma, significativo. Ainda assim, poderá existir alguma variação dependendo, por exemplo, do número de implantes colocados e dos materiais utilizados na prótese que irá substituir os dentes naturais ausentes.

Próteses Removíveis Implantossuportadas

São as chamadas próteses semi-fixas e constituem um bom meio termo quando é necessário fazer algum balanço do custo versus benefício. Este tipo de próteses é semelhante à prótese removível convencional em termos de aparência, contudo constituem soluções bastante mais estáveis uma vez que se encontram retidas em posição graças à sua conexão com implantes. Este acoplamento faz-se através de pequenas peças integradas tanto na prótese como nos implantes que se conectam, à semelhança de um colchete de vestido. Este tipo de reabilitação é feito com recurso a dois ou quatro implantes por arcada.

Próteses Removíveis Convencionais

As famosas dentaduras continuam, apesar das novas tendência, a ser um tratamento viável para a reabilitação de dentes perdidos, nos dias de hoje. Apesar de se encontrarem posicionadas cada vez mais para trás no ranking das opções de tratamento ideal, ainda existem muitos casos onde elas são confeccionadas e utilizadas por longos períodos pelos pacientes, satisfazendo os seus requisitos funcionais.

Próteses Fixas Convencionais

As próteses ou pontes fixas têm indicações cada vez mais específicas, em virtude da medicina dentária minimamente invasiva que atualmente se pratica. O desgaste de dentes saudáveis subjacente a colocação de um dente fixo para substituir uma ausência dentária tem vindo a ser a principal razão para os médicos dentistas deixarem cada vez mais esta opção de lado quando se fala em reabilitação. Ainda assim, em determinados casos concretos, onde existe uma pequena área desdentada e os dentes que a limitam se encontram pesadamente restaurados ou com tratamento endodôntico, as pontes fixas como meio de substituição estas ausências e de reforço dos pilares em redor é uma muito boa opção reabilitadora.

De uma forma muito simplificada, estas são, então, as grande vias para a reabilitação de dentes ausentes. Contudo, nem sempre a reabilitação é sinónimo de compensação de ausências dentárias. O conceito de reabilitação oral é plurissignificativo e portanto adquire os mais diversos perfis, sendo a expressão em si alvo das mais variadas definições. De forma informal, há quem se refira à reabilitação oral como o conjunto de vários procedimentos biomédicos que visem a restauração complexa de dentes ou arcadas dentárias.

Por outro o dicionário médico de Oxford assume a reabilitação como a forma de restaurar a uma pessoa com alguma deficiência, falha ou problema, algum grau de vida normal. De forma mais incisiva, um dos grandes jornais de referência da medicina dentária define a reabilitação oral como o tratamento de pacientes doentes, com lesões ou deficiências objectivando o restauro da saúde e função normais ou pelo a não evolução desses problemas.

No fundo, a reabilitação oral envolve muito mais que devolver dentes. Reabilitar é devolver saúde e função, é devolver o sorriso. Reabilitar é devolver a vontade de sorrir.


Reabilitação Oral Estética com Facetas

Colocar Facetas Dentárias

No seguimento do escrito acima, os procedimentos da dentisteria estética são por si também eles muitas vezes reabilitadores.

Não são poucos os casos de pessoas a quem não falta nenhum, ou quase nenhum, dente e, ainda assim há vergonha e contrangimento no que toca ao seu sorriso. Mas não existe razão para mantê-lo escondido, pois há também variadas formas de reabilitar esteticamente.

FACETAS DENTÁRIAS: Desde os já há muito passados anos 30 que o Hollywood Smile tem vindo a ganhar seguidores de forma crescente. As facetas dentárias, que constituem a alma deste negócio, são atualmente um dos tratamentos mais procurados na medicina dentária como forma de reformar, de forma completa, o sorriso.

Facetas Cerâmicas

As facetas cerâmicas consistem em finas capas que aderem e revestem a superfície externa visível dos dentes, permitindo a modificação da cor, da forma, da posição, entre outros aspetos. Com elas é possível desenhar todo o novo sorriso, cumprindo os requisitos e exigências estéticas do paciente.

E apesar do que se possa imaginar, quando realizado por um profissional experiente e com um bom planeamento prévio, este tipo de reabilitação não é assim tão complexo de executar. Em muitos dos casos, é possível fazer-se este tipo de tratamentos em apenas duas consultas. Na primeira, é realizada a preparação dos dentes a receber as facetas, feitas as impressões e colocadas as restaurações provisórias. Numa segunda consulta, após serem confeccionadas, em laboratório, estas peças cerâmicas, é feita a prova das facetas, sendo que, caso satisfaçam o paciente e o médico e, existindo condições clínicas para tal, poderão ser logo cimentadas, isto é, aderidas de forma definitiva.

Apesar dos vários tipos de cerâmica que podem ser utilizados na confecção destes trabalhos, todos têm em comum uma óptima estabilidade de cor e uma alta resistência mecânica. Por essa razão, a elevada durabilidade das facetas traz implícita a necessidade de algum investimento financeiro, principalmente quando falamos em reabilitar todos os dentes visíveis no sorriso.

Apesar de ser considerada a melhor opção a longo prazo, esta não é a única forma de transformar os dentes anteriores.

Facetas em Resina Composta

Este tipo de restaurações diretas dispensam a fase laboratorial e constituem uma óptima alternativa ao tratamento anterior. Apesar de não possuirem as características óticas e mecânicas da cerâmica, a resina composta permite ao médico dentista a recriação de uma anatomia e melhoria estética dos dentes da frente, de forma direta, numa única consulta. Disponíveis em várias colorações e níveis de translucidez, as facetas em resina permitem um resultado estético muito natural.

Comparativamente com as facetas em cerâmica, estas são, então, uma opção bastante mais em conta, no entanto, requerem uma manutenção mais apertada e alguns cuidados adicionais. Concretamente, as facetas em resina requerem polimentos periódicos, pois pigmentam com mais facilidade e, além disso, alguns hábitos como comer maçãs à dentada ou trincar pão com os dentes da frente devem ser tidos com cautela.


Ortodontia na Reabilitação Oral

Apesar de ser, só por si, uma das especialidades em medicina dentária mais do que uma vertente de reabilitação, a verdade é que a Ortodontia também é capaz de restabelecer um novo sorriso, sendo inclusive facto que a maior parte das pessoas que procuram tratamento ortodôntico procuram uma forma de melhorar a sua aparência, confiança e euro-estima.

O foco da ortodontia baseia-se na tanto na prevenção como na correção da relação e posição dos dentes e maxilares, visando a boa função mastigatória, muscular e de articulação dos maxilares beneficiando a saúde e bem-estar geral. O correto alinhamento dos dentes não só promove a melhoria da estética do sorriso como também propicia uma melhor higiene oral com consequente diminuição do risco de cáries e problemas gengivais.
E se por um lado, havia quem não ponderasse este tipo de tratamentos por não querer adotar o juvenil “sorriso metálico”, hoje em dia, existe já uma variada gama de aparelhos dentários que permitem contornar este aspeto.

Ortodontia Estética

Invisalign: aparelho transparente

A bem conhecida marca Invisalign, uma das mais procuradas pela população adulta, veio através dos seus alinhadores transparentes alargar a faixa etária dos pacientes que pretendem corrigir os seus dentes. Além de proporcionar um tratamento praticamente imperceptível, a previsibilidade e celeridade do processo tem vindo a conquistar cada vez mais candidatos e profissionais de saúde oral para este tipo de abordagem ortodôntica.

Claro que é impossível abordar, de forma detalhada e minunciosa, a complexa e vasta área da reabilitação oral não sendo por isso também esse o objetivo deste artigo. Pretende-se apenas dar a conhecer, de forma simplificada e compendiada, várias soluções para alguns dos maiores problemas que, atualmente, assolam os portugueses. Com este artigo e, reforçando a ideia de que cada parágrafo escrito teria muito mais para ser dito, intenciona-se a passagem de conhecimento geral acerca das várias abordagens reabilitadoras, descomplexificar e esclarecer alguns conceitos, validando ou revogando algumas ideias pré-concebidas.

Atualmente a medicina dentária está provida de técnicas e evidência cientifica que permitem desenhar um plano de tratamento individualizado e adequado a cada pessoa, não implicando que determinado problema ou restrição se resolva sempre da mesma forma. E em muitos casos existe mais do que uma alternativa para solucionar uma ausência dentária, um dente mais escuro, um mau alinhamento do sorriso…

Planeamento e sucesso na reabilitação

Independentemente da variada gama de tratamentos que nos dias de hoje é possível executar, o sucesso de qualquer reabilitação está intimamente relacionado com o bom planeamento do caso, que inclui não só uma boa avaliação e diagnóstico em termos de saúde oral e geral do paciente, mas requer também uma certa atenção às suas expectativas, receios e limitações.

Por essa razão, e apesar de se viver e trabalhar cada vez mais em contra-relógio, é essencial uma consulta apenas e só para se conhecer e ouvir o paciente e conseguir, a partir daí, estabelecer, em conjunto, um plano adequado e que satisfaça as necessidades e exigências daquela pessoa particular.

E se achava que, no seu caso, não valia a pena, espero que este texto tenha mudado esse pressuposto. Invista no seu sorriso, na sua saúde, na sua auto-estima e confiança. Vá de encontro ao médico dentista e volte a sorrir… Porque a reabilitação oral é, e deverá continuar a ser, para todos!


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Pontes Dentárias: tipos, para que servem e quando usar https://mint.pt/blog/pontes-dentarias Fri, 17 Jan 2020 17:33:38 +0000 Implantes Dentários]]> https://mint.pt/?p=45343 Uma ponte dentária é definida como qualquer prótese que é cimentada, aparafusada, mecanicamente acoplada ou de alguma outra forma retida em dentes naturais, raízes dentárias ou implantes. Estes, por sua vez, funcionam como suporte primário para a prótese, restaurando os dentes de uma região parcialmente desdentada, não sendo possível ao paciente removê-la. Descomplexificando, uma ponte dentária é uma prótese fixa que vai colmatar uma ausência dentária apoiando-se e reabilitando também os dentes, raízes ou implantes que limitam esse espaço. Saiba mais neste artigo.

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O que é uma ponte dentária (definição)

Uma ponte dentária é definida como qualquer prótese que é cimentada, aparafusada, mecanicamente acoplada ou de alguma outra forma retida em dentes naturais, raízes dentárias ou implantes. Estes, por sua vez, funcionam como suporte primário para a prótese, restaurando os dentes de uma região parcialmente desdentada, não sendo possível ao paciente removê-la.

Descomplexificando, uma ponte dentária é uma prótese fixa que vai colmatar uma ausência dentária apoiando-se e reabilitando também os dentes, raízes ou implantes que limitam esse espaço.


Quando utilizar pontes dentárias? Para que servem?

A grande indicação para a colocação de uma ponte dentária é a reabilitação de dentes ausentes. Ou seja, as pontes fixas visam a reposição de um ou mais dentes outrora perdidos utilizando como pilares de suporte os dentes em redor dessa mesma desdentação. Este tipo de prótese permite, assim, a recuperação da correcta mastigação, oclusão e estética dos dentes, mantendo restantes dentes na posição certa impedido movimentos de compensação da ausência dentária.


Como é constituída uma ponte?

De uma forma simplificada, uma ponte fixa tradicional é composta por várias coroas dentárias unidas, funcionando as das extremidades como elementos retentores, que vão assentar nos dentes pilar, e a(s) intermédia(s) como pôntico a substituir o(s) dente(s) ausente(s).

Existem algumas modificações a este esquema clássico, como as pontes de Maryland, que usam apenas apoios ao invés de coroas como retentores, e as pontes em cantilever, que requerem apenas um dente pilar, tornando o pôntico, em parte, suspenso. Apesar de menos invasivas, estas soluções têm no entanto indicações muito específicas.


Quais os materiais que são utilizados?

Uma vez que as pontes fixas são, regra geral, coroas dentárias interligadas, qualquer material usado para a confecção destas peças na forma unitária será passível de ser utilizado para o fabrico das pontes. E apesar dos vários materiais disponíveis, também neste tipo de reabilitação tem-se verificado uma tendência natural para a utilização da cerâmica como produto de eleição, pelo aspecto estético que apresenta.

Dada a elevada resistência, a zircónia é uma das cerâmicas mais utilizada, bem como a mais recente cerâmica, desenvolvida para a medicina dentária, a cerâmica de dissilicato de lítio.


Diferenças: Pontes Fixas VS Implantes na Reabilitação de Ausências Dentárias

Diferenças entre Pontes Dentárias e Implantes Dentários

A prática de uma medicina dentária minimamente invasiva têm vindo a guiar cada vez mais a profissão, com foco na prevenção de problemas, preservação da estrutura dentária sã e minimização de intervenção. Tais princípios têm vindo a ser motivo de reflexão na altura de planear tratamentos reabilitadores.

Com o crescimento da área da Implantologia, a reabilitação de ausências dentárias tem então alterado em muitos casos o seu gold standard, com os implantes a ultrapassarem as pontes fixas na substituição de dentes perdidos.

Eis o porquê:

Pontes Dentárias

Implantes Dentários

❌ Higienização difícil
❌ Requer envolvimento dos dentes adjacentes
❌ Requer desgaste de estrutura saudável
❌ Potência risco de endodontia dos dentes pilar (com acréscimo de custos)
✔️ Maior facilidade de higienização
✔️ Não envolve dentes adjacentes
✔️ Não requer desgaste de estruturas saudáveis
✔️ Melhor previsibilidade a longo prazo
✔️ Procedimento não cirúrgico
✔️ Sem risco de lesar estruturas nobres
✔️ Não requer procedimentos regenerativos
✔️ Menor custo (caso não seja necessário tratamento endodôntico dos dentes pilar)
❌ Procedimento cirúrgico
❌ Necessidade de evitar estruturas nobres
❌ Pode requerer procedimentos regenerativos
❌ Possibilidade de uma 2ª consulta cirúrgica

Ou seja, apesar da reabilitação com implantes envolver sempre uma fase cirúrgica, com aspetos inerentes a ter em conta, este é o tipo de tratamento que pode ser considerado como menos invasivo, na medida em que não requer o desgaste de dentes saudáveis.

No entanto, quando temos dentes adjacentes a uma desdentação que se encontram pesadamente restaurados e que beneficiariam com a colocação de uma coroa poderá fazer sentido a reabilitação da zona com uma ponte dentária sobre dentes.


Pontes fixas sobre dentes

Estas são, então, as chamadas pontes tradicionais, que se apoiam em dois ou mais dentes pilar para suportar um elemento suspenso que substituirá a ausência dentária. Podem ser utilizadas em casos de:

  • Dentes pilar com cáries extensas ou com grandes restaurações que necessitem de ser substituídas;
  • Dentes pilar com tratamento endodôntico que beneficiem do reforço de um revestimento total;
  • Alteração da cor, forma, posição, alinhamento dentário em determinada região;
  • Contra-indicação para a colocação de um implante a substituir a ausência dentária;
  • Complexidade da colocação de um implante versus colocação de uma ponte (ex: necessidade de cirurgia de elevação do seio maxilar, enxerto ósseo).

Pontes fixas sobre implantes

Da mesma forma que é possível colocar uma ponte sobre dentes para reabilitar determinada ausência dentária, também com implantes é possível a substituição de dentes perdidos sem que tal implique a colocação de um implante por cada ausência.

É nesta linha de raciocínio que surgem as reabilitações totais fixas implantossuportadas utilizando apenas 6 ou 4 implantes. Dada a sua biomecânica, a implantologia consegue a reabilitação dentária com pontes fixas utilizando este número reduzido, mas estratégico, de pilares de titânio.

Eis alguns exemplos da utilização deste tipo de próteses:

  • Reabilitação total de uma arcada desdentada;
  • Reabilitação de uma área extensa, sobretudo posterior, sem dentes;
  • Substituição de um dente extraído ou perdido entre dois implantes.

Veja no vídeo: o processo para colocar implantes dentários e substituir dentes perdidos:


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Coroas Dentárias: tipos, para que servem e quando usar? https://mint.pt/blog/coroas-dentarias Fri, 17 Jan 2020 16:45:49 +0000 Implantes Dentários]]> https://mint.pt/?p=45335 Uma coroa dentárias é uma peça protética que serve para restaurar a estrutura remanescente de um dente, revestindo a sua superfície total ou parcialmente.

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O que é uma coroa dentária? (definição)

Coroa dentária é a designação dada à porção de dente que é visível na boca, sendo a outra metade a raiz, que se encontra por baixo da gengiva e que permite a ancoragem do dente ao osso.

Coroa dentária é também o nome que se atribui ao vulgar “pivô”. Neste sentido, uma coroa consiste numa peça protética que vai restaurar a estrutura remanescente de um dente, revestindo a sua superfície total ou parcialmente. No fundo, constitui uma capa que vai recobrir a superfície dentária em toda ou quase toda a sua extensão, devolvendo ao dente a sua correta função.


Para que servem as coroas dentárias? (finalidade)

A coroa dentária é uma forma de reabilitação fixa que visa restabelecer a estrutura dentária perdida, recuperando a correcta função. Objetiva-se, assim, com estas peças o reforço do remanescente dentário, a restituição da aparência, forma, posição e oclusão.


Motivos que levam a utilizar coroas dentárias (causas)

Os principais motivos que determinam a necessidade de colocar uma coroa estão relacionados com a quantidade de estrutura dentária perdida ou ausente e com a estética. Mais concretamente:

  • Cáries extensas que envolvem uma remoção de grande parte da estrutura dentária;
  • Substituição de grandes restaurações em amálgama ou resina composta;
  • Fraturas dentárias por trauma, com perda de porção significativa de dente;
  • Desgastes dentários muito acentuados;
  • Defeitos de esmalte/dentina que prejudicam a estética dentária;
  • Dentes com tratamento endodôntico que escurecem;
  • Dentes conóides;
  • Dentes pilares para a colocação de uma ponte dentária;
  • Alteração do formato, tamanho ou cor dos dentes; entre outras…

Como é realizado um tratamento com coroas dentárias?

Para a reabilitação de um dente com uma coroa dentária são sempre necessárias duas consultas, uma vez tratar-se da colocação de uma restauração indireta, isto é, de uma peça confeccionada em laboratório.

Numa primeira consulta, o dente é preparado por forma a receber a coroa, sendo realizada, após esta preparação, uma impressão ou molde. Este último servirá de base para a confecção de uma peça que será perfeitamente adaptada àquele determinado preparo dentário naquela pessoa.

Na segunda consulta é realizada a cimentação ou seja a colocação definitiva da coroa.

Durante o período de espera, é feita a provisionalização do dente com um material temporário – coroa provisória.


Tipos de Coroas Dentárias: Provisórias

Como o próprio nome indica, as coroas provisórias distinguem-se das definitivas pelo seu carácter temporário.

O objetivo da utilização destas coroas consiste na proteção do dente preparado e no condicionamento dos tecidos envolventes, bem como na manutenção da função e estética, durante o tempo de espera de confecção da coroa definitiva em laboratório.

Existem vários tipos de materiais e técnicas que podem ser utilizados, dependendo do caso e da preferência do médico. Eis alguns exemplos:

Coroas em Resina Acrílica | Coroas em Resina Composta

De um modo geral, qualquer coroa provisória, quer seja produzida em laboratório quer em consultório, é feita de um destes materiais. Apesar de possuírem características diferentes, quer as resinas acrílicas quer as resinas compostas tem vindo a melhorar o seu comportamento clínico e mecânico, bem como a aparência estética. A preferência de um material em detrimento do outro está por norma relacionada com a preferência do médico dentista, na sua manipulação e polimento.

Coroas de Policarbonato | Coroas de Acetato

São coroas pré-fabricadas ou padronizadas que podem ser mantidas em stock e utilizadas  pelo médico dentista em situações de urgência ou consoante necessidade. Consistem em matrizes universais com os vários formatos dos dentes que podem ser adaptadas e utilizadas em qualquer pessoa. Em casos de trauma em que estamos perante um dente anterior fracturado, estas coroas provisórias surgem como uma boa opção de devolver a estrutura perdida de forma rápida, em uma única consulta e sem necessidade de recorrer a laboratórios.

Coroas Metálicas ou Coroas de Aço

Atualmente vistas como uma opção inestética, estas coroas continuam a ser indicadas em certas situações. Uma delas é no caso dos pacientes bruxómanos, cujo movimento de ranger de dentes inconsciente pode muitas vezes fracturar ou descimentar as coroas em resina acrílica ou composta, que não estão preparadas para lidar com este tipo de forças, principalmente se o período de provisionalização for prolongado. Outro caso em que estas peças podem ser utilizadas centra-se na sua colocação em crianças, onde a coroa de aço irá manter e proteger determinado tempo até ao termino do crescimento onde poderá então ser confeccionada uma coroa definitiva.


Tipos de Coroas Dentárias: Definitivas

A coroa definitiva será, então a peça que irá restabelecer a estrutura dentária de forma permanente. No entanto, é importante ressalvar que apesar de duradouras estas reabilitações podem não ser vitalícias, com necessidade de poderem ser substituídas. Tal como um dente natural, a coroa definitiva poderá “ser para a vida” desde que tenhamos certos cuidados de higiene oral e façamos uma manutenção e controlo periódico com o nosso médico dentista ou higienista.

Eis os vários tipos de coroas definitivas:

Coroas em Metal | Coroas em Ouro

As coroas dentárias compostas por ligas à base de metais semi-preciosos e ouro foram durante muitos anos consideradas como o gold standard da medicina dentária, devido à sua biocompatibilidade e resistência. Contudo, com a crescente procura por soluções estéticas, a utilização deste tipo de peças de coloração contrastante com a restante dentição foi praticamente alienada da prática clínica atual em medicina dentária.

Coroas Metalocerâmicas

O acrescento de um revestimento cerâmico nas coroas metálicas veio resolver o grande problema da estética, sem comprometer a compatibilidade e resistência acima referidas. As coroas metalocerâmicas foram, por essa razão, primeira escolha na reabilitação dentária durante largos anos, tendo também sido estudadas exaustivamente. Com uma elevada taxa de sucesso a longo prazo, estas coroas requerem, porém, uma maior preparação por forma a ter espaço para a nova camada de cerâmica adicionada sobre a infra-estrutura metálica.

Coroas Cerâmicas

Com o avanço tecnológico que temos observado ao longo dos últimos anos, as cerâmicas dentárias têm-se desenvolvido de forma extraordinária, algo motivado pelo aumento de preço dos metais preciosos e pela demanda estética que têm limitado as restaurações à base de metal.

Existe atualmente uma ampla variedade de materiais cerâmicos que permite a sua utilização nas mais variadas situações, desde em zonas onde é requerida uma maior estética ou por outro lado na reabilitação de dentes onde é solicitada uma maior resistência.

As coroas de zircónia tem vindo a ganhar popularidade pela sua dureza, resistência e compatibilidade com os tecidos orais. Aliado ao facto de poder ser menos espessa sem comprometer as suas propriedades, este material tem vindo a substituir as “antigas” coroas metalocerâmicas na reabilitação de dentes posteriores.

As coroas de cerâmica feldspática por outro lado, têm propriedades de cor e translucidez muito favoráveis à mimetização de dentes naturais, pelo que são consideradas muito estéticas e com indicação para utilização sobretudo na região anterior.

A última novidade têm sido a cerâmica de dissilicato de lítio que aparece como intermédio das duas anteriores, uma vez que possui alguma da resistência mecânica da zircónia mas com melhores propriedades estéticas.


Qual material escolher para a sua coroa dentária?

A resposta a esta pergunta só é possível após uma avaliação do(s) dente(s) candidato(s) a receber uma coroa. A sua localização na boca, a posição, o espaço existente e muitas outras variáveis da condição dentária podem limitar a escolha de determinado material. Além disso a força muscular do paciente, a sua mastigação e possíveis hábitos, como ranger os dentes, que possam existir são também fatores que pesam muito no momento de escolha.

Com os padrões de exigência estética da sociedade actual e o desenvolvimento dos biomateriais, existe cada vez mais uma tendência, tanto dos pacientes como também dos médicos dentistas, para a escolha de materiais cerâmicos na confecção de coroas dentárias, sem comprometer o sucesso do tratamento.

Dada a variabilidade de materiais cerâmicos que hoje existem e as suas cada vez melhores propriedades poderá dizer-se que em quase todos os casos é possível colocar uma coroa cerâmica. Contudo continua sempre a existir a exceção à regra e por vezes há a necessidade de se optar por uma solução menos estética mas que será mais funcional e duradoura.


Veja no vídeo: o processo para colocar implantes dentários e substituir dentes perdidos:


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