Clínica Dentária em Lisboa https://mint.pt Clinica Dentária Mint Sun, 20 Jun 2021 11:19:51 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.2 Dentes de leite: quando nascem e quando caem? https://mint.pt/blog/dentes-de-leite Sat, 19 Jun 2021 21:59:24 +0000 Odontopediatria]]> https://mint.pt/?p=46774 A doença periodontal (periodontite) é uma doença ao redor do dente, uma infecção por bactéria que afeta as gengivas e os ossos que sustentam os dentes. Pode afetar um dente ou muitos dentes e começa quando as bactérias da placa bacteriana causam inflamações nas gengivas. Na forma mais suave da doença periodontal, a gengivite, as gengivas ficam avermelhadas (inflamadas), incham e sangram facilmente.

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Qual a importância dos dentes de leite e quando é que eles costumam nascer e cair? Será que isso causa desconforto ao bebé? Devem os pais interferir no processo da queda dos dentes de leite? Esta dentição precisa assim de tantos cuidados? Porque é que o meu bebé deve ir ao dentista?

Encontre aqui as respostas para as suas perguntas, mas mantenha a calma e não vá já buscar o cordel para atar ao dente do seu filho.

É natural que os pais, principalmente os de primeira viagem, tenham questões que os apoquentam. A ajuda vem a caminho e neste artigo terá a hipótese de ver as suas dúvidas esclarecidas sem ser preciso ficar com os nervos em franja.

Qual é a importância da dentição de leite e a sua influência na dentição definitiva?

Os dentes de leite são, obviamente, os primeiros dentes da criança. Começam a romper por volta dos 6 meses e durante a infância vão caindo e criando aquele quadro de “janelinhas” na boca dos mais pequenos.

Embora seja uma dentição temporária, nem por isso é menos importante. Na verdade, os dentes de leite desempenham um papel fundamental não apenas na estética da criança, como também no seu desenvolvimento.

A dentição de uma criança não é igual à de um adulto. Ela apresenta cerca de 20 dentes, 10 na parte superior e os outros 10 na parte inferior da boca. Parte da função dos dentes decíduos (ou de leite) é reservarem espaço para a dentição permanente.

É com os dentes decíduos que a criança mastiga, deglute, fala e respira — eles são o início de uma higiene bucal saudável e, para que a dentição definitiva seja a melhor possível, não é de estranhar se o Odontopediatra recomendar o uso de aparelho nesta altura. O aparelho dentário guiará o crescimento ósseo da face, de forma a evitar problemas mais sérios quando vier a dentição permanente.
Tendo uma base óssea bem posicionada e corrigida, ainda que a criança necessite de usar aparelho fixo quando a dentição for trocada, o tempo total de tratamento e das intervenções tona-se menor e o trabalho fica facilitado.

Manter a dentição alinhada torna-se particularmente útil — facilitando uma boa higiene oral previne-se o surgimento de futuras cáries ou outros problemas que podiam ser evitáveis.

O rompimento dos dentes de leite é desconfortável para o meu bebé? O que fazer para a criança não sofrer?

Os primeiros dentinhos do bebé costumam aparecer por volta dos seis meses, quando deixa de haver exclusividade do aleitamento. Este é um marco relativo, já que algumas crianças podem chegar aos nove meses e ainda não terem dentes.

Quando os primeiros dentes de leite começarem a romper, é natural notar algum desconforto no seu bebé, por isso não estranhe se o sentir mais irritado ou mal-humorado. Sintomas como a produção de saliva em quantidades maiores que o normal ou o facto da criança começar a colocar diversos objetos na boca não são sinais de preocupação — o seu bebé está apenas a tentar coçar onde dói.

É uma fase inevitável e felizmente existem algumas dicas para aliviar este desconforto:

  • Gelados de Leite Materno — para além de serem nutritivos, o facto de serem frios promove o alívio da dor. Utilize até duas vezes por dia;
  • Objetos para morder — são uma boa forma de manter o seu bebé entretido e desviar a atenção da dor. Os objetos devem ser específicos para o efeito, serem lisos e estarem devidamente limpos. Pode também colocá-los no frigorífico;
  • Massagens na gengiva — limpe bem o seu dedo e envolva-o numa gaze, previamente molhada com soro fisiológico, de preferência bem fresco, e faça uma pequena massagem. O efeito não é a longo prazo, mas o seu bebé irá agradecer o alívio, ainda que momentâneo.

Este é um processo gradual que se pode prolongar durante algum tempo e só lá pelos três anos é que a criança terá todos os 20 dentes, sendo que a ordem natural é que os incisivos inferiores surjam entre os 6 e os 12 meses, os incisivos superiores entre os 7 e os 10, e os dentes laterais superiores apareçam algures entre os 9 e os 12 meses. Dos 12 aos 18, deve começar a notar os primeiros molares superiores e inferiores, dos 18 aos 24 meses aparecem os caninos superiores e inferiores e, finalmente, os segundos molares inferiores e superiores devem começar a surgir entre os 24 e os 30 meses.

Posso fazer o dente de leite cair mais rápido ou deve ser um processo natural?

Os dentes de leite começam a cair por volta dos 6 anos, normalmente na mesma ordem em que apareceram, e este processo prolonga-se até ao início da adolescência.

Não se inquiete, tudo acontece naturalmente — não é necessário ir buscar o cordel nem atar o mesmo a uma porta, como decerto terá feito na sua infância. Este hábito pode promover traumas nas gengivas e até infeções.

A única preocupação que deve ter é a de tornar esta experiência em algo positivo, apaziguando o eventual desconforto da criança, já que algumas podem-se sentir envergonhadas por ficarem com uma “janelinha” — cabe aos pais explicarem que este é um processo fisiológico natural e que também os amigos da escola irão passar por esta fase.

Como é expectável, os mais velhos poderão querer ajudar e neste caso, é importante terem os cuidados naturais de higiene, evitando tocar na cavidade bucal das crianças, usando compressas para facilitar a queda de um dente de leite, pressionando levemente junto à linha da gengiva.

Não force a queda do dente de leite, mas se verificar que o mesmo não cai, aposte na estimulação natural do mesmo através de alimentos sólidos que incentivem a mastigação, por exemplo.

Se ainda assim eles não cederem ou verificar que existe desconforto extremo ou sangramento, consulte o Odontopediatra tão breve quanto possível.

Quando iniciar e como tratar da higiene oral do meu bebé?

Uma boa saúde oral começa com a informação pré-natal aos futuros pais. Os cuidados de saúde oral infantil são a base de uma educação preventiva e o ideal é que se iniciem ainda antes do rompimento dos primeiros dentes do bebé.

Assim como os adultos necessitam de cuidados especializados, também os bebés, crianças e adolescentes devem ser acompanhados frequentemente pelo dentista pediátrico, de modo a evitar, prevenir ou tratar complicações na sua saúde oral.

A Odontopediatria desempenha um papel fundamental na medicina bucal e os profissionais desta área são especialistas nos cuidados de higiene oral dos mais pequenos.

A prevenção será sempre a sua melhor aliada quando se fala na saúde oral da criança, já que existe a hipótese de os problemas dentários surgirem cedo e a falta de diagnóstico e tratamento de alguma patologia pode, para além de causar dor e desconforto, levar a problemas na alimentação, na fala e até mesmo causar dificuldade no processo de aprendizagem da criança, com sérias consequências no seu rendimento escolar.

Enquanto o seu bebé não tiver os primeiros dentes, não é necessário fazer limpeza, já que o leite materno protege toda a cavidade oral, mas para bebés cuja alimentação se faz com outras substâncias é necessária uma boa higienização.

Pode fazer esta limpeza passando uma gaze humedecida por todo o interior da boca, incluindo bochechas e língua, sendo que a boa higiene desta última é responsável por impedir a proliferação das bactérias responsáveis pelas cáries.

A transição para os dentes permanentes

A partir dos seis ou sete anos, a dentição definitiva começa a surgir ao fundo da boca, enquanto os dentes de leite começam a cair.

Esta fase durará mais ou menos até aos 12 anos sendo que a dentição definitiva ficará concluída por volta dos 13, ficando a faltar apenas os terceiros molares, mais conhecidos como os “dentes do siso”, que ao surgirem por volta dos 18 aos 20 anos, irão completar a dentição definitiva num total de 32 dentes.

Idealmente, as consultas no dentista deverão ser marcadas regularmente, mais ou menos a cada seis meses, para que o seu filho possa ter um acompanhamento especializado e um diagnóstico precoce de qualquer patologia, garantindo uma dentição saudável.

Não adie a consulta de Odontopediatria.

Não espere pela dentição definitiva para levar o seu filho ao dentista e marque já a consulta de Odontopediatria para uma avaliação médica completa.

Adiar a mesma poderá trazer complicações para a sua criança, principalmente a nível físico. O desconforto causado por algum problema na dentição, ainda que seja a de leite, poderá ter consequências na dentição definitiva, caso a polpa do dente seja afetada. A falta de tratamento pode, para além de causar dor e desconforto, levar a problemas na alimentação, na fala e até mesmo causar dificuldade no processo de aprendizagem da criança.


Pretende agendar uma consulta?

Ligue para (+351) 211 552 308 ou utilize o formulário abaixo e marque uma Consulta de Avaliação Geral.

Entraremos em contacto consigo para confirmar as datas disponíveis.

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Gengivite e Periodontite: Causas, Sintomas e Tratamentos https://mint.pt/blog/gengivite-periodontite Tue, 08 Jun 2021 16:28:47 +0000 Periodontia (Gengiva)]]> Problemas Saúde Oral]]> https://mint.pt/?p=42915 A doença periodontal (periodontite) é uma doença ao redor do dente, uma infecção por bactéria que afeta as gengivas e os ossos que sustentam os dentes. Pode afetar um dente ou muitos dentes e começa quando as bactérias da placa bacteriana causam inflamações nas gengivas. Na forma mais suave da doença periodontal, a gengivite, as gengivas ficam avermelhadas (inflamadas), incham e sangram facilmente.

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Sabe a diferença entre gengivite e periodontite?

Esses são os dois tipos mais importantes de doenças da gengiva. Saber diferenciá-los é fundamental para que tenhamos um controle maior sobre a própria saúde. No vídeo acima, explicamos:

O que é gengivite?

Na forma mais suave da doença, a gengivite é considerada como um estado inicial da doença periodontal, consiste numa inflamação apenas ao nível da gengiva e é, portanto um problema reversível.

Na gengivite, as gengivas ficam avermelhadas (inflamadas), incham e ocorre o sangramento das gengivas. Geralmente há pouco ou nenhum desconforto.

A gengivite é frequentemente causada por higiene oral inadequada, porém é reversível com tratamento profissional e uma boa higiene oral em casa.


O que é periodontite?

A gengivite não tratada pode originar a periodontite em pacientes que são suscetíveis a esta doença periodontal.

A periodontite, por sua vez, é irreversível e envolve já algum grau de perda óssea, ao ponto de, num estado avançado, poder levar à perda de dentes.

Periodontite leva a perda dos dentes. Entenda o processo:

Com o tempo, a placa bacteriana pode-se espalhar e crescer abaixo da linha da gengiva.

As toxinas produzidas pelas bactérias na placa irritam as gengivas. As toxinas estimulam uma resposta inflamatória crônica provocando uma destruição dos tecidos e ossos que sustentam os dentes.

As gengivas separam-se dos dentes, formando bolsas (espaços entre os dentes e as gengivas) que infectam. Conforme a doença progride, os bolsos aprofundam-se e mais tecido e osso de gengiva são destruídos.

Frequentemente, este processo destrutivo tem sintomas muito suaves. Eventualmente, os dentes podem ficar soltos e podem ter que ser removidos.

⚠️ Acha que pode ter periodontite? Agende já a sua consulta.


Existe também a peri-implantite

Além das citadas acima, temos também a peri-implantite: doença periodontal nos implantes.

Apesar de não se tratar exatamente do mesmo processo, as doenças periodontais também podem afetar os implantes dentários.

Designam-se de peri-implantites e quando estabelecidas podem pôr em causa o sucesso e sobrevivência de um implante.

Desta forma, é fundamental uma boa higiene oral diária bem como consultas de manutenção, mesmo em pessoas reabilitadas totalmente sobre implantes.


Causas da Gengivite e Periodontite:

A principal causa das doenças periodontais é a placa bacteriana, uma película pegajosa e incolor que constantemente se forma nos dentes que consiste em doze bactérias específicas.

No entanto, outros fatores que irei descrever abaixo também afetam a saúde das gengivas.

1. Tabagismo

Como provavelmente já sabe, o uso do tabaco está ligado a muitas doenças graves, como cancro, doenças pulmonares e doenças cardíacas, além de inúmeros outros problemas de saúde. O que talvez não saiba é que os fumadores também correm maior risco de doença.

De fato, estudos recentes mostraram que o uso do tabaco pode ser um dos fatores de risco mais significativos no desenvolvimento e progressão da doença periodontal.

2. Genética

Pesquisas comprovam que até 30% da população pode ser geneticamente suscetível a doenças na gengiva. Apesar dos hábitos agressivos e do descuido na higiene oral, essas pessoas podem ter seis vezes mais probabilidades de desenvolver doença periodontal.

3. Gravidez e Puberdade

Como mulher, sabe que as suas necessidades de saúde são únicas. Sabe que escovar e usar fio dentário diariamente, uma dieta saudável e exercícios regulares são importantes para ajudar a ficar em forma.

Também sabe que, em momentos específicos da sua vida, precisa cuidar mais de si mesmo. Tempos em que amadurece,por exemplo, puberdade ou menopausa, e momentos em que tem necessidades especiais de saúde, como menstruação ou gravidez.

Durante esses momentos específicos, o seu corpo apresenta alterações hormonais. Essas alterações podem afetar muitos dos tecidos do seu corpo, incluindo as suas gengivas. As suas gengivas podem tornar-se sensíveis e, às vezes, reagem fortemente às flutuações hormonais. Isso pode torná-la mais suscetível a doenças nas gengivas.

4. Stress

Como provavelmente já sabe, o stress está ligado a muitas doenças graves, como hipertensão, cancro e muitos outros problemas de saúde. O que pode não saber é que o stress também é um fator de risco para a doença periodontal.

Pesquisas demonstram que o stress pode tornar mais difícil o corpo combater infecções, incluindo doenças periodontais.

5. Medicamentos

Alguns medicamentos, como anticoncepcionais orais, antidepressivos e certos medicamentos para o coração, podem afetar sua saúde oral.

Assim como informa o seu farmacêutico e outros profissionais de saúde sobre todos os medicamentos que está a tomar e sobre quaisquer mudanças na sua saúde geral, deve também informar o seu médico dentista.

6. Ranger os Dentes

Alguém já lhe disse que range os dentes à noite? O seu maxilar está dolorido de tanto apertar os dentes quando está a fazer um teste ou a resolver um problema no trabalho?

Apertar ou ranger os dentes (bruxismo) pode exercer uma força excessiva sobre os tecidos de suporte dos dentes e acelerar a taxa de destruição desses tecidos periodontais principalmente na presença de doença periodontal existente em algumas pessoas.

7. Diabetes

Diabetes é uma doença que causa níveis alterados de açúcar no sangue. A diabetes desenvolve-se a partir de uma deficiência na produção de insulina ou a incapacidade do corpo usar a insulina corretamente.

Se é diabético, corre um risco maior de desenvolver infecções, incluindo doenças periodontais.

8. Nutrição Pobre

Como já deve saber, uma dieta pobre em nutrientes importantes pode comprometer o sistema imunológico do corpo e tornar mais difícil para o corpo combater a infecção. Como a doença periodontal é uma infecção grave, a má nutrição pode piorar a saúde das suas gengivas.


Sintomas da Gengivite e da Periodontite

Sintomas da Gengivite

A hemorragia ou sangramento das gengivas quando se escova os dentes é provalvemente o primeiro sinal de alerta que leva as pessoas a procurarem o médico dentista.

Esta hemorragia é causada pela placa bacteriana acumulada que inflama a gengiva e esta, por sua vez, sangra.

Simultaneamente pode existir algum edema ou inchaço e mudança na cor, passando a gengiva de um rosa pálido para um tom mais avermelhado.

Todos estes sinais descrevem o quadro de gengivite.

Sintomas da Periodontite

Na periodontite, para além dos sinais da gengivite, começamos a observar bolsas gengivais, ou seja, zonas onde começa a existir um descolamento de gengiva e onde se acumulam as bactérias e toxinas que promovem a infeção.

Para além destas bolsas podem ainda verificar-se recessões gengivais, triângulos negros entre os dentes como resultado da recolha da gengiva, aparecimento das raízes dos dentes, mobilidade dentária e até mesmo exfoliação ou seja, os dentes caem espontaneamente.


Como tratar Gengivite e Periodontite?

Após a consulta de avaliação e diagnóstico periodontal, a primeira fase de tratamento de uma doença na gengiva consiste na eliminação do agente causador e minimização dos fatores de risco.

São realizadas destartarizações e alisamentos radiculares, quando necessários, para uma descontaminação eficaz da cavidade oral.

O alisamento radicular é a higienização e descontaminação das raízes por baixo das gengivas, de forma profunda, feito com anestesia local.

Na nossa página sobre Periodontologia e Doenças Periodontais, pode conhecer diversos tipos de tratamentos realizados na Clínica MINT, como: destartarização, cirurgia de retalho da gengiva, enxerto gengival, gengivectomia, entre outros. Clique no botão:


Quando ir a uma consulta de periodontologia?

Se sente que a sua gengiva sangra muito, está sempre inchada, tem uma retração gengivas grande, dentes abanam, tem mau hálito ou tem familiares com periodontite, consulte um médico dentista que se dedica a este tipo de patologias. Talvez seja a hora de realizar um tratamento periodontal.

Um bom diagnóstico e planeamento podem abrandar um pouco o processo de periodontite ou tratar a sua saúde oral de uma forma mais definitiva.

As doenças periodontais, incluindo gengivite e periodontite, são infecções graves que, se não são tratadas com um bom planeamento desde o início, podem levar à perda de todos os dentes.


Pretende tratar gengivite ou periodontite?

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Conheça os 10 problemas dentários mais comuns em Portugal https://mint.pt/blog/problemas-dentarios-mais-comuns-portugal Tue, 08 Jun 2021 12:59:54 +0000 Problemas Saúde Oral]]> https://mint.pt/?p=46699 Ter cuidados diários com a boca pode ajudar a prevenir muitos tormentos na vida de um paciente.

Há maus hábitos que podem ser evitados para não prejudicar a dentição, como a escovagem incorreta ou incompleta, roer as unhas, fumar, consumir café em excesso e ingerir muitos doces.

Sabe quais são os problemas dentários que mais atormentam a vida de uma pessoa?

Entenda as causas e os impactos que eles podem causar na sua saúde e conheça as formas de prevenção. Isso ajudará a manter a sua saúde oral em dia e também a da sua família.

Este artigo permitirá que identifique as enfermidades antes que elas se tornem um problema mais grave.

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Ter cuidados diários com a boca pode ajudar a prevenir muitos tormentos na vida de um paciente.

Há maus hábitos que podem ser evitados para não prejudicar a dentição, como a escovagem incorreta ou incompleta, roer as unhas, fumar, consumir café em excesso e ingerir muitos doces.

Sabe quais são os problemas dentários que mais atormentam a vida de uma pessoa?

Entenda as causas e os impactos que eles podem causar na sua saúde e conheça as formas de prevenção. Isso ajudará a manter a sua saúde oral em dia e também a da sua família.

Este artigo permitirá que identifique as enfermidades antes que elas se tornem um problema mais grave.


10 problemas dentários mais comuns em Portugal:

1. Cárie Dentária

A cárie é o problema mais comum que afeta cada vez mais os dentes e se não for tratada pode acarretar a perda destes.

Além de ser um processo infeccioso, a cárie pode ser contagiosa e provoca dor no paciente.

O seu tratamento é simples, pode ser realizado num consultório e uma forma de prevenir é manter uma higiene oral e também ir regularmente ao dentista.

2. Gengivite

A acumulação de placa bacteriana nos dentes pode causar a inflamação na gengiva, chamada de gengivite. Nota-se ao escovar os dentes e passar fio dentário, pois a gengiva sangra e causa incómodo.

Os principais sintomas são o inchaço, sensibilidade e o sangramento da gengiva durante a escovagem e o uso de fio dentário.

O seu tratamento consiste numa limpeza simples no consultório odontológico e mais uma vez, a visita regular ao dentista também pode prevenir este tipo de problema.

3. Periodontite

Trata-se de uma inflamação na estrutura óssea dos dentes, e se não for tratada pode levar à perda destes.

É notada devido a um sangramento na gengiva e a melhor forma de prevenção é manter os bons hábitos de limpeza na boca e visitas regulares ao dentista.

» Leia também nosso artigo na Revista Visão: 9 causas da periodontite e como evitar uma doença que pode levar à remoção dos dentes

4. Pulpite

Também é uma inflamação, mas neste caso, nos dentes.

Na maioria dos casos, é decorrente de cáries não tratadas, e provoca dores fortes, pois atinge a área da polpa dentária, onde há contacto com nervos e vasos sanguíneos.

5. Retração na gengiva

A retração ou recessão gengival atinge normalmente as pessoas adultas, tratando-se de um deslocamento da gengiva, resultando na exposição da raiz do dente.

O dente afetado fica bem sensível e para prevenir o problema, é necessário escolher escovas de dentes com cerdas macias e escovar os dentes com menos força.

6. Estomatite

Ocorre bastante em crianças, trata-se de uma inflamação na boca e pode afetar a garganta também, com o surgimento de aftas em toda a cavidade oral, provocando bastante dor no paciente.

O tratamento é feito através de medicamentos que podem ser indicados pelo dentista.

7. Bruxismo

Dores de cabeça e dor na região dos maxilares podem ser sinal de bruxismo.

O bruxismo ocorre quando se pressionam os dentes com força, geralmente quando estamos a dormir, causando, inclusive, um desgaste nos dentes.

A dor pode agravar-se se houver situações de stress ou ansiedade, portanto além de protetores orais, é recomendado ao paciente procurar ajuda psicológica para ajudar na tensão.

8. Abcesso

Ocorre quando há uma infecção nos dentes, provocada por um acúmulo de pus, formando um quisto na gengiva que é chamado de abcesso dentário.

Essa inflamação tem origem no dente, mas a gengiva também é afetada. A dor neste caso é bem forte, o que pode motivar a uma consulta de emergência ao seu dentista.

O abscesso dentário é causado por cáries não tratadas, gengivites ou periodontites, mas para saber mesmo a causa, só fazendo uma radiografia. O seu tratamento é cuidar do dente inflamado e também a drenagem do pus que se acumulou.

9. Pericoronarite

Atinge a coroa do dente, ocorrendo durante a erupção de uma estrutura dentária, sendo bem comum ocorrer na eclosão do dente do siso. Geralmente afeta os dentes de baixo, por causa da acumulação de restos de alimentos que ficam entre a gengiva e o dente, proliferando bactérias. A forma de prevenção é ir regularmente ao dentista e manter uma boa higiene oral.

10. Fluorose Dentária

Atinge mais as crianças no estágio de formação dos dentes. Trata-se de excesso de flúor no esmalte do dente, causando manchas e defeitos na forma do dente. Pode afetar tanto os dentes de leite quanto os permanentes.

Usar muita pasta de dentes na infância pode ser uma das causas dessas manchas, que não desaparecem, sendo possível amenizá-las realizando tratamentos dentários com um profissional qualificado.


Nossos hábitos X Problemas dentários

Hábitos como fumar e beber muito café e vinho também podem ser prejudiciais para a saúde dos seus dentes. A melhor maneira de combater todos esses problemas citados acima é a prevenção. As doenças podem ser evitadas, na sua maioria, com visitas regulares ao dentista e com uma boa higiene oral.

Não deixe de escovar os dentes sempre após as refeições, passe o fio dentário pelo menos uma vez ao dia e assim estará a contribuir para uma melhor saúde oral.

Pretende agendar uma consulta dentária em Lisboa?

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Vídeo: Harmonização Facial na Clínica Mint Visage Aesthetic https://mint.pt/blog/video-harmonizacao-facial Thu, 03 Jun 2021 19:20:04 +0000 Harmonização Facial]]> https://mint.pt/?p=46687 A Clínica Mint Visage Aesthetic é o novo conceito de estética facial em Lisboa criado para desenvolver estratégias personalizadas para devolver o equilíbrio e a harmonia para cada paciente, sempre a respeitar as características físicas e a personalidade.

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A Clínica Mint Visage Aesthetic é o novo conceito de estética facial em Lisboa criado para desenvolver estratégias personalizadas para devolver o equilíbrio e a harmonia para cada paciente, sempre a respeitar as características físicas e a personalidade.

No vídeo acima, publicado em nosso canal no Youtube, a Dra. Sofia Candeias explica:

  • O que é a Harmonização Facial? 00:00
  • Quais são os passos feitos na primeira consulta de Harmonização Facial? 00:17
  • O que é o Preenchimento das Maçãs do Rosto? 00:30
  • O que é o Preenchimento Mandíbular? 01:11
  • O que é a Rinomodelação? 01:39
  • O que é o Preenchimento das Olheiras? 01:58
  • Botox e Sorriso Gengival, qual é a relação? 02:28
  • O que é a Aplicação de Botox? 02:59
  • O que é o Preenchimento Labial? 03:45
  • Quais são os tratamentos mais procurados? 04:14
  • Quais as principais vantagens em fazer tratamentos de Harmonização Facial? 05:42

Os resultados de uma harmonização facial são sempre positivos?

Tudo depende da pessoa em questão e do tratamento ou tratamentos planeados, sendo que cada caso é um caso. Mas o que é certo é que o resultado é sempre dependente da expectativa do paciente que se submete ao tratamento. Ou seja, expetativas irrealistas dão por norma maus resultados e um cíclico desânimo da pessoa que já chegou à consulta insatisfeita.

Todos os procedimentos e intervenções têm as suas indicações e limitações e é importante antes de se avançar com qualquer tipo de tratamento esclarecer não só os objetivos do paciente, mas também todos os aspetos inerentes ao procedimento a realizar.

Existindo uma consulta dedicada a esta troca de impressões logo à partida, é meio caminho andado para que se atinja um bom resultado para o paciente no final.

» Veja também: Harmonização Facial em Lisboa

Agende uma consulta de harmonização facial

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Aparelho Invisível: prós, contras, como funciona e preços https://mint.pt/blog/aparelho-invisivel Tue, 25 May 2021 19:32:42 +0000 Ortodontia]]> https://mint.pt/?p=46471 Se quer corrigir a posição e alinhar os seus dentes com aparelho dentário, mas as opções tradicionais não lhe agradam, pode, hoje em dia, optar pelo aparelho invisível. Esta é uma opção que garante os resultados pretendidos, ao mesmo tempo que mantém a estética do sorriso.

Se não sabe o que é o aparelho invisível ou quais as vantagens do seu uso, não se preocupe, vamos explicar-lhe tudo o que precisa saber sobre esta nova tendência de tratamento.

Os alinhadores ou aparelhos invisíveis, ou transparentes, constituem atualmente uma das opções mais requisitadas por pessoas em todo o mundo quando o objetivo do tratamento é a correção da posição dos dentes, seja por uma questão estética, seja por uma questão de saúde.

O tratamento ortodôntico com este tipo de aparelho consiste, na verdade, num conjunto de vários alinhadores...

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Se quer corrigir a posição e alinhar os seus dentes com aparelho dentário, mas as opções tradicionais não lhe agradam, pode, hoje em dia, optar pelo aparelho invisível. Esta é uma opção que garante os resultados pretendidos, ao mesmo tempo que mantém a estética do sorriso.

Se não sabe o que é o aparelho invisível ou quais as vantagens do seu uso, não se preocupe, vamos explicar-lhe tudo o que precisa saber sobre esta nova tendência de tratamento.


O que é o aparelho invisível?

Os alinhadores ou aparelhos invisíveis, ou transparentes, constituem atualmente uma das opções mais requisitadas por pessoas em todo o mundo quando o objetivo do tratamento é a correção da posição dos dentes, seja por uma questão estética, seja por uma questão de saúde.

O tratamento ortodôntico com este tipo de aparelho consiste, na verdade, num conjunto de vários alinhadores, confecionados de forma personalizada para um determinado paciente. É a utilização sequencial destes alinhadores, com ligeiras diferenças entre si, que será então responsável pela movimentação progressiva dos dentes até ao resultado final.

O grande destaque do aparelho invisível, quando comparado com os modelos tradicionais, é como o próprio nome indica, a sua transparência que o torna praticamente impercetível, mesmo em relativa proximidade. Tal traduz-se numa enorme vantagem em momentos sociais pois a estética do sorriso mantém e não é alterada como no caso de tratamentos com aparelhos fixos, que recorrem a brackets e arames metálicos. Estes alinhadores são também removíveis, podendo ser retirados em alguns momentos do dia, como durante as refeições e para realizar a higiene oral diária, que assim se torna assim mais facilitada.


Como funciona esta opção de tratamento?

Esta forma de aparelho invisível removível funciona com forças de pressão, incluídas nos vários alinhadores transparentes, que levam à movimentação dos dentes de forma gradual até que seja atingida a posição pretendida.

Para isso, o paciente terá de trocar os alinhadores periodicamente – semanalmente ou de duas em duas semanas, dependendo do caso – podendo esta substituição ser realizada pelo próprio paciente, em casa. No entanto, devem ser realizadas periodicamente consultas de controlo para garantir que o tratamento decorre dentro do previsto.

Para um tratamento de sucesso, rápido e previsível, o paciente deve usar o aparelho durante, obrigatoriamente 22 horas por dia. Apenas deverá ser removido durante as refeições e para a realização da higiene oral diária. A escovagem e utilização de fio dentário são realizados da mesma forma como se não usasse aparelho e, relativamente aos alinhadores, estes poderão ser também higienizados, fora da boca, de acordo com as recomendações do dentista.


Qual a duração do tratamento com aparelho invisível?

A duração do tratamento vai depender da situação individual de cada pessoa, portanto, esta é uma informação que só pode ser fornecida pelo seu dentista. Dependendo da gravidade do desalinhamento ou do posicionamento dentário o tratamento pode variar entre alguns meses a pouco mais de um ano.

Para prever não só a duração como também para pré-visualizar o resultado final é sempre feito antes de se colocar o aparelho invisível um planeamento tridimensional do tratamento. Neste plano, poderemos ver a progressão e a posição dentária ao longo do tempo e saber exatamente os meses de tratamento.

Assim, se o paciente for responsável e usar o aparelho invisível durante as 22 horas diárias necessárias, fizer as trocas de alinhadores de forma correta e comparecer às (poucas) consultas de controlo, obter-se-á o resultado desejado no tempo exato que foi planeado, sem atrasos.

Será o aparelho invisível uma boa opção para o seu problema de saúde?

Usar ou não um aparelho ortodôntico é sempre uma decisão que só pode ser tomada em conjunto com um especialista, após uma consulta de diagnóstico. Sendo assim, o primeiro passo é sempre marcar uma avaliação com o seu dentista.

Se o plano de tratamento incluir a ortodontia e o uso de aparelho dentário, poderá então ponderar esta opção invisível. Mas antes de tomar uma decisão, conheça as vantagens e desvantagens deste tipo de aparelho ortodôntico.


Vantagens do aparelho invisível

  • É uma opção impercetível: a primeira e maior vantagem, como o próprio nome indica é, claro, o facto de esta ser uma opção invisível ou, pelo menos, muito menos notória que as convencionais, em interações sociais. Quem usa este tipo de aparelho costuma sentir-se mais confiante e à vontade durante o tratamento, do que aqueles que usam a opção mais tradicional com brackets e fios metálicos.
  • Corrige a estética dentária: tal como acontece com os aparelhos dentários fixos, esta opção também permite a correção da posição, alinhamento e nivelamento dentário melhorando não só a função e a saúde oral como também a estética, diminuindo a vergonha associada ao sorriso em situações sociais. Mas mesmo durante o tratamento, com esta opção, o paciente sente-se mais confortável e confiante em sorrir.
  • Facilita atividades diárias: o aparelho dentário convencional provoca frequentemente algum desconforto para os utilizadores, nomeadamente durante as refeições. O aparelho invisível é, no entanto, removível, podendo ser retirado nestas ocasiões. O paciente pode comer tranquilamente sem ter que se preocupar se, por exemplo, ficou com comida presa no aparelho.
  • É mais fácil de higienizar: quem já usou aparelho fixo tradicional conhece bem o desafio que é a higienização diária durante o tratamento ortodôntico. Uma vez que os alinhadores são removíveis, a higiene oral, em casa, é realizada da mesma forma de sempre, ou seja, pode realizar a escovagem, usar fio dentário ou escovilhões, sem a dificuldade acrescida de ter um aparelho fixo nos dentes. O aparelho invisível, retirado durante a higienização dentária, deve ser também ele higienizado.
  • Torna possível determinados tratamentos simultâneos: apesar de ser possível tratar problemas dentários e orais com qualquer uma das opções, certos procedimentos não são passíveis de ser realizados durante o tratamento ortodôntico com aparelho fixo. Mas ao contrário desta opção tradicional, o aparelho invisível permite que a pessoa faça outros tratamentos dentários sem complicações, como é o caso do branqueamento.
  • É uma opção mais confortável: além de ser facilitador dos momentos de refeição e higiene oral, este aparelho, dado o material em que é confecionado, também garante um maior conforto ao longo do dia e menos dor durante o tratamento. Além disso, por não possuir qualquer tipo de arame metálico, evita cortes e aftas nos tecidos e, por sua vez, menos inflamações.
  • O tratamento pode ser mais rápido: estes aparelhos que podem ser trocados com facilidade, sem necessidade de se dirigir ao dentista, em alguns casos, podem mesmo resultar num tratamento mais rápido do que com opções tradicionais.
  • Resultado previsível: a tecnologia dos alinhadores invisíveis permite logo à partida prever tanto o resultado final como o tempo de tratamento, no plano tridimensional que é realizado previamente. Usando os alinhadores o tempo diário necessário, chegará ao resultado desejado no tempo planeado, sem problemas ou atrasos.

colocar aparelho invisivel dentes Clinica MintDesvantagens do aparelho invisível

  • Exige a colaboração do paciente: ao contrário dos aparelhos metálicos, os invisíveis exigem colaboração e responsabilidade por parte do paciente. Isto porque o paciente deve ter disciplina para usar o aparelho, no mínimo 22 horas diárias, – o facto de ser removível, nestes casos, pode ser uma desvantagem – e para o higienizar nos momentos adequados. Se a pessoa não colaborar, pode comprometer o sucesso do tratamento, resultando num período de tratamento maior ao que seria necessário.
  • É uma opção mais cara: os aparelhos transparentes por serem personalizados e produzidos especificamente para um determinado indivíduo, de uma forma geral, têm um custo mais elevado do que as opções metálicas. No entanto, o custo varia de marca para marca e de acordo com a complexidade do tratamento.
  • Poderá sentir algum desconforto: esse desconforto, a acontecer, é devido à pressão exercida pelos alinhadores sobre os dentes por forma a movimentá-los progressivamente. Esta sensação tende a diminuir com o decorrer do tratamento.
  • Numa fase inicial, poderá sentir dificuldades na dicção: no entanto, e tal como acontece com o desconforto mencionado no ponto anterior, a dificuldade irá diminuir rapidamente com a adaptação à presença dos alinhadores em boca.

Quanto custa o aparelho invisível?

Esta é uma das perguntas que só se consegue responder após uma avaliação prévia do paciente. Isto porque o paciente poderá necessitar de ser submetido a outros atos médicos, como o tratamento de cáries existentes ou a extração de dentes do siso, por exemplo, antes de começar a utilizar alinhadores.

Além dos custos associados a esses tratamentos, o valor do aparelho pode também variar em função da gravidade do caso, do número de alinhadores necessários, entre outros fatores técnicos e específicos de cada paciente.

Caso queira saber o preço associado ao seu tratamento ideal, deve fazer uma consulta com o seu dentista. Este irá avaliar o seu caso e dar-lhe a resposta que procura.


Perguntas frequentes sobre aparelho invisível

O aparelho invisível é possível de remover?

Sim. Ao contrário dos aparelhos metálicos, o aparelho dentário invisível é possível de remover. Esta remoção facilita algumas tarefas diárias, nomeadamente a higienização dentária ou os momentos de refeição.

Como higienizar o aparelho dentário transparente?

Os alinhadores devem ser higienizados duas vezes por dia, no mínimo, de acordo com as orientações fornecidas pelo dentista.

O aparelho invisível é adequado a crianças?

Sim, o aparelho pode ser usado em crianças a partir dos 6 anos de idade.

Existe limite de idade no uso do aparelho?

O aparelho pode ser usado em qualquer idade, desde que o paciente tenha mais de 6 anos de idade.

Qual a melhor marca de aparelho invisível?

Existem algumas marcas disponíveis no mercado atualmente, cada uma com caraterísticas específicas. Marque uma consulta com o dentista e deixe que este o ajude a optar pela melhor marca, de acordo com as suas necessidades.

Porque o aparelho invisível é mais caro do que a opção tradicional?

Este aparelho tem um custo mais elevado devido aos gastos na produção personalizada dos alinhadores.

Os alinhadores são trocados em casa?

Sim. Após a consulta inicial, o dentista irá encomendar os alinhadores necessários ao tratamento. Iniciado o tratamento, pode trocar os alinhadores em casa, de acordo com a frequência recomendada pelo profissional – semanalmente ou de duas em duas semanas, por exemplo.

Devo dormir com o aparelho dentário invisível?

Sim. Para obter um tratamento de sucesso, o paciente deve usar o aparelho por, no mínimo, 22 horas diárias. Nestas circunstâncias, as horas de sono estão incluídas. O aparelho deve ser removido apenas para a higienização ou durante as refeições.

Vou ter um convívio durante a semana. Posso remover o aparelho?

Durante uma fase inicial, os pacientes tendem a sentir algum desconforto no uso do aparelho, mesmo que este não altere muito a estética do sorriso. Removê-lo durante um evento específico à partida não irá comprometer o sucesso do tratamento, desde que exista disciplina durante o restante período da semana e, mais importante, não tornar a remoção do aparelho um hábito.

Porque a colaboração do paciente é tão importante neste tratamento?

O aparelho dentário tradicional exigia menos do paciente porque não existia a possibilidade de remoção – essa teria de ser feita junto ao dentista. Se o paciente não usar o aparelho durante as 22 horas diárias recomendadas, o tratamento não irá resultar. Por essa razão, a disciplina e colaboração do paciente são fatores essenciais para o sucesso do tratamento.

Se não usar o aparelho durante o tempo recomendado, apenas irei atrasar o tratamento?

Atrasar o tratamento é apenas uma das consequências de não usar o aparelho durante as 22 horas recomendadas. Além dessa consequência, o paciente também irá demorar a passar a fase do desconforto.

Os resultados dos aparelhos transparentes são tão bons como os dos aparelhos tradicionais?

Sim. Os alinhadores são capazes de garantir resultados tão bons ou melhores do que aqueles obtidos com os aparelhos convencionais. No entanto, nos aparelhos invisíveis, será necessária a colaboração do paciente.

» Veja também, em nossa coluna na Revista Visão: Aparelho invisível: Será este sistema ortodontico o futuro?

Onde colocar o aparelho invisível?

Ligue para (+351) 211 552 308 ou utilize o formulário abaixo e marque uma Consulta de Avaliação Dentária Geral para verificar se tem alguma doença na gengiva e conferir o estado de sua Saúde Oral com o Dr. Eduardo Bastos. Exponha as suas dúvidas, para que possa ser diagnosticada e tratada qualquer patologia de acordo com a sua necessidade.

Entraremos em contacto consigo para confirmar as datas disponíveis.

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Tem sangue na gengiva? Cuidado! O COVID-19 pode ser mais perigoso para si. https://mint.pt/blog/sangue-gengiva-perigo-covid-19 Thu, 01 Apr 2021 18:29:21 +0000 https://mint.pt/?p=46182 Segundo o estudo “Association between periodontitis and severity of COVID‐19 infection: a case‐control study”, concluiu-se que os pacientes da COVID-19 têm, pelo menos, três vezes mais probabilidades de ter outras complicações se também tiverem doenças periodontais.

"Os resultados do estudo sugerem que a inflamação na gengiva pode abrir a porta para o coronavírus se tornar mais violento", comentou Lior Shapira, presidente eleito da Federação Europeia de Periodontologia. "A higiene oral deve fazer parte das recomendações de saúde para reduzir o risco de resultados graves da COVID-19".

O estudo foi realizado em mais de 500 pessoas com COVID-19 e, nesse, foram tiradas algumas conclusões interessantes...

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Segundo o estudo “Association between periodontitis and severity of COVID‐19 infection: a case‐control study”, concluiu-se que os pacientes da COVID-19 têm, pelo menos, três vezes mais probabilidades de ter outras complicações se também tiverem doenças periodontais.

“Os resultados do estudo sugerem que a inflamação na gengiva pode abrir a porta para o coronavírus se tornar mais violento”, comentou Lior Shapira, presidente eleito da Federação Europeia de Periodontologia. “A higiene oral deve fazer parte das recomendações de saúde para reduzir o risco de resultados graves da COVID-19”.

O estudo foi realizado em mais de 500 pessoas com COVID-19 e, nesse, foram tiradas algumas conclusões interessantes. Segundo o estudo, os pacientes que tivessem alguma doença periodontal tinham, em comparação com os pacientes sem doenças periodontais:

  • 3,5 vezes mais probabilidade de serem internados nos cuidados intensivos
  • 4,5 vezes mais probabilidade de precisarem de um ventilador
  • Quase 9 vezes mais probabilidade de morrer

Outra conclusão que se conseguiu tirar nesse estudo está relacionada aos marcadores sanguíneos. Esses marcadores, basicamente, indicam a existência de inflamações no corpo.

De acordo com o estudo, os marcadores em doentes com COVID-19 e com doença periodontal eram, significativamente, mais elevados. Essa conclusão sugeriu que a inflamação na gengiva tem uma influência direta nas taxas elevadas de complicações.


Mas ter sangue na gengiva pode realmente ser fatal?

A gengivite e a periodontite são doenças inflamatórias periodontais muito comuns. Estas costumam afetar 8 em cada 10 pessoas com idade igual ou superior a 35 anos em toda a Europa, sendo este um número muito elevado.

Mas onde está o problema? O que acontece é que a inflamação provocada pela doença periodontal pode alastrar para todo o corpo, se não for tratada. Claro que dado o cenário pandémico atual, este é um problema grave e muito perigoso, porque a COVID-19 está associada a uma resposta inflamatória que pode ser fatal.

Caso queira saber mais sobre as doenças periodontais, as possíveis causas dessas doenças, os sintomas associados e as formas de tratamento, pode encontrar mais informações aqui.

» Veja também, em nossa coluna na Revista Visão: 9 causas da periodontite e como evitar

E não fica por aqui! Seguem-se mais detalhes do estudo: doença periodontal X COVID-19

O estudo de controlo de casos a nível nacional foi realizado no Qatar, pois possui registos de saúde eletrónicos, incluindo dados médicos e dentários. O estudo contou com:

  • 568 pacientes diagnosticados com COVID-19 entre Fevereiro e Julho de 2020
  • Desses pacientes, 40 tiveram complicações como a admissão na unidade de cuidados intensivos (UCI), requisitos de ventilação ou morte, enquanto que 528 não tiveram.

Foram recolhidas informações sobre doenças periodontais nesses pacientes e outros fatores que pudessem estar associados a complicações da COVID-19, tais como o índice de massa corporal (IMC), tabagismo, asma, doenças cardíacas, diabetes e tensão arterial elevada.

Além das informações acima, também foram obtidos dados sobre os níveis sanguíneos de produtos químicos relacionados com a inflamação no corpo.


Dos 568 pacientes, 258 (45%) tinham doenças periodontais.

Após ajuste para idade, sexo, IMC, estado tabágico, e outras condições, as taxas de probabilidade de complicações COVID-19 em pacientes com doença periodontal, em comparação com os sem doença periodontal, foram:

  • 3,67 para todas as complicações COVID-19
  • 3,54 para admissão na UTI
  • 4,57 para necessidade de ventilação
  • 8,81 para morte.

Tendo a periodontite influência nas taxas de resultados adversos em doentes com COVID-19, concluiu-se que a manutenção da saúde periodontal é uma parte importante nos cuidados a ter durante a pandemia e, como tal, não deve descuidar dos mesmos.

Outra conclusão interessante foi que as bactérias orais em doentes com periodontite podem ser inaladas e infetar os pulmões, sendo um problema maior para pacientes que usam um ventilador, disse o investigador Mariano Sanz, da Universidade Complutense de Madrid:

“Isto pode contribuir para a deterioração dos pacientes com COVID-19 e aumentar o risco de morte. O pessoal hospitalar deve identificar os pacientes com periodontite COVID-19 e utilizar anti-sépticos orais para reduzir a transmissão de bactérias”.

Segundo Shapira, a relação entre a periodontite e as doenças pulmonares – como a asma, a pneumonia e a doença pulmonar obstrutiva crónica – está bem estabelecida:

“Este estudo acrescenta mais provas às ligações entre a saúde oral e as condições respiratórias. A periodontite é uma doença comum, mas pode ser prevenida e tratada”, disse Shapira.

Nicola West, secretário-geral da EFP, acrescenta:

“Este estudo destaca outra associação entre a doença periodontal e a nossa saúde sistémica e reitera a necessidade de cuidados dentários permanentes e duradouros para as pessoas susceptíveis à doença periodontal e uma forte abordagem preventiva da periodontite para a população no seu conjunto”.

Desconfia que tem gengivite ou periodontite?

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Cárie Dentária: O que é, Causas, Tratamentos e Como Evitar https://mint.pt/blog/carie-dentaria Tue, 12 Jan 2021 11:54:44 +0000 Higiene Oral]]> https://mint.pt/?p=46146 Quem nunca sofreu com cárie dentária em algum momento da vida? Só quem já passou por isso sabe o quanto esse problema nos dentes, no início silencioso, pode trazer consequências dolorosas. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), “cerca de 60% a 90% das crianças em idade escolar sofrem de cáries nos dentes, um problema que atinge quase 100% dos adultos”. Portanto, se tem dúvidas sobre cárie, chegou ao sítio certo. Este post tem como objetivo esclarecer as principais questões sobre o assunto – como se prevenir da cárie, quais os tratamentos, quais as causas, entre outras. Basta continuar a ler!

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Quem nunca sofreu com cárie dentária em algum momento da vida? Só quem já passou por isso sabe o quanto esse problema nos dentes, no início silencioso, pode trazer consequências dolorosas.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), “cerca de 60% a 90% das crianças em idade escolar sofrem de cáries nos dentes, um problema que atinge quase 100% dos adultos”.

Portanto, se tem dúvidas sobre cárie, chegou ao sítio certo. Este post tem como objetivo esclarecer as principais questões sobre o assunto – como se prevenir da cárie, quais os tratamentos, quais as causas, entre outras. Basta continuar a ler!


Cárie Dentária: o que é e como se forma?

Antes de entender como prevenir, quais as causas e quais os tratamentos da cárie, é importante saber exatamente o seu conceito. A cárie consiste num dano nos dentes causado por ácidos formados pela placa bacteriana.

É importante lembrar que a placa bacteriana por si só não é prejudicial, afinal, trata-se de um conjunto de bactérias naturalmente presentes na boca.

Mas quando em contacto com resto de alimentos, em especial o açúcar, o ácido que ela produz “ataca” os dentes. Quando esses “ataques” acontecem, com muita frequência, o esmalte dos dentes pode desfazer-se.

É aí que a cárie se forma.


Como prevenir a cárie?

Como vimos, o que forma a cárie é o ácido das placas bacterianas em contacto frequente com resto de alimentos, sobretudo o açúcar. Sendo assim, a melhor forma de prevenir a cárie é a higiene oral adequada.

Aliás, sobre isso, importa destacar que é fundamental ter o dobro de cuidado especialmente na escovagem noturna, pois as bactérias responsáveis pela formação desse ácido são mais ativas à noite. Afinal, durante a noite há a diminuição da salivação, substância que, inclusivamente, ajuda na limpeza da boca, sendo fundamental para a saúde oral.

Lembrando que, qualquer condição que interfira na produção de saliva, também pode favorecer o ambiente ideal para a formação de cáries, como é o caso da diabetes descontrolada e alguns tratamentos de quimioterapia. Assim sendo, ao menor sinal de boca seca, o médico deverá ser consultado para o correto diagnóstico e tratamento.


Qual o tratamento para tirar cárie dos dentes?

Existem diferentes tipos de tratamento para remoção da cárie dos dentes, de acordo com o estágio do problema.

Afinal, a cárie possui diferentes fases, desde a fase inativa, quando ainda não há danos ao esmalte, até a fase mais avançada, quando a polpa foi atingida.

Veja quais são os diferentes tratamentos para cada uma dessas fases:

Aplicação de Resina (fase inicial da cárie)

Quando a cárie ainda nem sequer chegou a provocar danos ao esmalte do dente, o dentista poderá prescrever como tratamento somente a aplicação de selante. Ou seja, um procedimento simples e pouco invasivo que consiste em cobrir os dentes com uma fina camada de resina branca.

Restauração Dentária

Quando a cárie já provocou danos ao esmalte do dente, por menor que seja, é necessário recorrer à restauração dentária. Durante esse procedimento pode ou não ser necessário o uso de anestesia local, de acordo com a profundidade da cárie.

A restauração consiste no uso de brocas para remoção do tecido atingido pela cárie e preenchimento com a substância que é conhecida como obturação. A composição do material utilizado pode variar de acordo com a necessidade do paciente, localização do dente afetado, entre outras variáveis. A mais comum é a resina branca de alta resistência.

Desvitalização Dentária (fase avançada da cárie)

Quando a cárie já atingiu a polpa do dente, ou seja, o miolo, onde estão os nervos e a raiz, é necessário recorrer a desvitalização do canal radicular para evitar o dente podre.

Apesar de ainda haver certa fama de que esse é um procedimento doloroso, tudo é feito com anestesia. Neste caso, para o paciente não há tanta diferença entre restauração e canal, por exemplo.

Assim como na restauração, o procedimento de canal consiste em remover o tecido do dente que foi afetado pela cárie, bem como a polpa comprometida e fazer uma limpeza completa de qualquer resíduo.

Com tudo limpo, é aplicada uma substância protetora para preencher a área e, em seguida, restaurado o dente. Por se tratar de um procedimento mais complexo e invasivo, pode ser necessário dividi-lo em mais de uma consulta.

Quando o dente não puder ser recuperado ou quando houver qualquer lesão aparente como consequência, o procedimento de canal pode envolver também a aplicação de facetas dentárias de porcelana para fins de estética.


Conhece algum destes tratamentos? Já precisou fazer algum? Se está com cárie e não sabe qual deles é o melhor para resolver o seu problema, consulte um dentista o quanto antes. Somente um profissional poderá analisar o seu caso e indicar o melhor tratamento.


FAQ: Perguntas Comuns sobre Cárie Dentárie

Cárie entre os dentes: falta de fio dentário?

Outra forma de prevenir a cárie é adotar o uso do fio dentário na rotina de higiene oral, visto que seu papel é justamente evitar cáries entre os dentes e prevenir eventuais problemas de saúde nas gengivas.

Além da cárie, o uso do fio dentário na rotina da higiene oral ajuda a evitar a gengivite e outras doenças periodontais. Isto porque, os restos de comida que se acumulam na gengiva transformam-se em alimento para bactérias da placa bacteriana, aumentando o risco de inflamações.

Escovar mais vezes os dentes evita cárie?

A melhor forma de preservar a saúde dos dentes e evitar a cárie é sim a correta higiene oral. No entanto, não é necessário escovar os dentes descontroladamente como forma de garantir mais proteção à boca.

Aqui, vale citar que uma pesquisa observou os efeitos da escovagem antes das refeições. O resultado foi que não houve qualquer tipo de segurança extra aos que fizeram isso. Por outro lado, a correta higienização após as refeições é, sim, essencial.

Isso significa que três escovagens diárias são suficientes, número este recomendado pelos dentistas. Para se ter uma ideia, escovar os dentes duas vezes por dia já é capaz de diminuir em até 70% a probabilidade de cárie.

Cárie é transmissível no beijo?

Quem não gosta de um bom beijo, não é verdade? Principalmente um daqueles carregados de afeto. Bem, apesar de esse ser um dos gestos de amor preferidos, é preciso estar ciente das consequências que eles podem trazer – e aqui não estamos a falar de amor, mas sim de cáries.

Pois é. Como nem tudo são flores, saiba que durante um beijo, há a troca de milhões de bactérias através da saliva? Isso inclui as bactérias responsáveis pela formação da cárie.

“Isso significa que vou desenvolver cárie por beijar alguém que já tem?” Não necessariamente. Afinal, como vimos, a formação da cárie depende de ambiente propício. Ou seja, manter a boca sempre limpa e higienizada impede a proliferação da doença, sendo essa a melhor forma de prevenir a cárie – melhor do que parar de beijar, certo?

Além do beijo, outras formas de trocas salivares que envolvem a transmissão de bactérias causadoras da cárie são: partilha de talheres, partilha de escovas de dentes e até a prática de provar a comida do bebé antes de oferecê-la ao pequeno.

Quanto tempo a cárie demora para destruir o dente?

Digamos que se não estiver a alimentar-se da forma saudável que deveria e, no meio de uma rotina agitada, percebe que tem se esquecido de escovar os dentes com a frequência recomendada. Em determinado momento, dá-se conta de que há um pontinho preto num de seus dentes e, preocupado, marca uma consulta com o dentista.

Chegando lá, o diagnóstico: cárie no dente. Como, se não sentiu dor e nem nada do género?

Isso acontece porque não é do dia para a noite que a lesão, ou seja, o buraquinho no dente causado pela cárie, se torna algo doloroso. Na verdade, a cárie é, na maior parte do tempo, silenciosa. A dor absurda e que muitos temem sentir, só surge quando o dano se aproxima da polpa do dente – o que pode levar meses (ou até anos).

A polpa é um tecido mole onde estão os nervos e os vasos sanguíneos, localizada no interior do dente, e que se estende da coroa até à ponta da raiz.

Cárie passa de dente para dente?

Se chegou até aqui, entendeu que a cárie no dente consiste numa lesão provocada pelo ácido da placa bacteriana em contacto com restos de alimentos, especialmente o açúcar. Certo?

Dito isto, num ambiente propício, ou seja, onde há falta de higiene, como restos de alimentos e resíduos de açúcar, há maior concentração desse ácido. Quanto maior a quantidade desse ácido, maior será a ação de desmineralização dos dentes e, consequentemente, dos danos causados ao esmalte.

Nesse caso, a cárie passará não só de um dente para outro, mas poderá ser encontrada por toda a boca. No seu nível mais avançado, atingindo a polpa e a raiz, resultando em dente podre.

Agora que todas as principais dúvidas sobre o que é cárie, como prevenir a cárie, a consequência da falta de fio dentário e tratamentos para a cárie, lembre-se de consultar um dentista.

Desconfia que tem cárie dentária?

Ligue para (+351) 211 552 308 ou utilize o formulário abaixo e marque uma Consulta de Avaliação Dentária Geral para verificar se tem cárie nos dentes e o estado de sua Saúde Oral com o Dr. Eduardo Bastos. Exponha as suas dúvidas, para que possa ser diagnosticada e tratada qualquer patologia de acordo com a sua necessidade.

Entraremos em contacto consigo para confirmar as datas disponíveis.

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Oclusão dentária: o que é a má oclusão e qual o seu tratamento? https://mint.pt/blog/oclusao-dentaria Tue, 10 Nov 2020 02:35:04 +0000 Problemas Saúde Oral]]> https://mint.pt/?p=45977 A maioria da população sofre de má oclusão dentária e enquanto uns têm sintomas que incomodam e alteram o seu estilo de vida, outros vivem com o problema sem se darem conta de tal. Manter o problema, no entanto, pode originar condições mais graves. Saiba mais sobre este problema de saúde oral, qual a sua causa, quais os tratamentos e como é feita a avaliação junto ao seu dentista.

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A maioria da população sofre de má oclusão dentária e enquanto uns têm sintomas que incomodam e alteram o seu estilo de vida, outros vivem com o problema sem se darem conta de tal. Manter o problema, no entanto, pode originar condições mais graves.

Saiba mais sobre este problema de saúde oral, qual a sua causa, quais os tratamentos e como é feita a avaliação junto ao seu dentista.


O que é a oclusão dentária?

A oclusão dentária está associada à relação funcional entre os dentes, as gengivas, a articulação temporomandibular e todos os restantes componentes deste sistema. Manter o equilíbrio é essencial para a mastigação, a deglutição e a fonética.

Quando esta oclusão não se encontra num estado normal, dá-se a má oclusão dentária. Resumindo, a má oclusão está associada ao alinhamento anormal dos dentes superiores e inferiores; esta condição tem consequências para os seus dentes e para as funções dos mesmos.

Outra consequência da má oclusão dentária é a disfunção temporomandibular, um problema muito comum.


Quais os tipos de oclusão dentária?

Existem, essencialmente, três tipos de oclusão dentária:

  • Classe 1: a arcada superior encaixa-se perfeitamente com a arcada inferior;
  • Classe 2: a arcada superior é muito maior do que a arcada inferior, dando a sensação de a pessoa não ter queixo;
  • Classe 3: a arcada superior é muito menor do que a arcada inferior, dando a sensação de a pessoa ter um queixo muito grande;

Em alguns casos a má oclusão é pouco significativa e não necessita de intervenção, mas por vezes a consulta no dentista – e tratamento – é necessária.

Como é a oclusão dentária ideal?

Uma oclusão dentária ideal tem diversas características, nomeadamente ser centrada, manter uma distribuição proporcional das forças e ter um espaço entre dentes adequado. As peças da arcada superior também têm tendência a cobrir um pouco os dentes da arcada inferior.

Existem outras características, mas qualquer irregularidade deve ser analisada pelo seu dentista.


Quais as causas da má oclusão?

A má oclusão dentária pode surgir devido a diversas condições:

  • Alguns hábitos incorretos, como o uso do biberão, chuchar no dedo ou determinados movimentos da língua, podem causar a projeção dos dentes;
  • Defeitos na mandíbula, normalmente de nascença;
  • Falta de dentes;
  • Incompatibilidade entre o tamanho da mandíbula e dos dentes;

A condição mais comum é a incompatibilidade de tamanho.


Má oclusão dentária: quais as consequências?

A má oclusão dentária pode originar consequências significativas. Os problemas de oclusão dentária são o desgaste do esmalte e dos próprios dentes, desconforto em alguns movimentos, possível perda de dentes, dores de cabeça mais frequentes e problemas na articulação da mandíbula.

Aliás, a má oclusão pode originar a disfunção temporomandibular.

Esta condição pode, ainda, provocar o aparecimento do bruxismo. O bruxismo carateriza-se pelo apertar ou ranger dos dentes, podendo ocorrer durante o dia ou mesmo enquanto dorme. Não são conhecidas as causas exatas deste problema, mas a ansiedade, o stress, distúrbios de sono e a má oclusão dentária são fatores de risco para o seu aparecimento.

Se a má oclusão originar o bruxismo, o estilo de vida da pessoa irá sofrer algumas alterações, pois, por exemplo, após uma noite de sono, a pessoa pode acordar com enxaquecas. Quem tem bruxismo também sente estalidos e bloqueio do maxilar, assim como dores de cabeça mais frequentes.

Como é feita a avaliação?

Como já foi referido anteriormente, algumas pessoas conseguem ter uma boa qualidade de vida com a má oclusão dentária. No entanto, nem sempre isso é possível. Nesses casos, o primeiro passo é dirigir-se ao seu dentista para uma avaliação do problema.

O exame físico pode ser o suficiente para que o dentista tire as suas conclusões, mas por vezes podem ser necessários exames complementares.

Caso a má oclusão dentária seja identificada precocemente, o tratamento pode ser realizado com mais facilidade e os resultados podem ser efetivos. Numa fase tardia, os resultados não serão os mesmos.

Uma forma de detetar este problema com antecedência é através das consultas de rotina frequentes.


Qual o tratamento da má oclusão dentária?

Se chegou até aqui, provavelmente sente que está perante este problema. Se for o caso, marcar uma consulta com o seu dentista é a melhor opção. Mas para que vá informado e menos ansioso, vamos dar-lhe uma pequena abordagem sobre os tratamentos existentes.

Atualmente, devido aos avanços da tecnologia, existem tratamentos para a má oclusão dentária. A escolha do tratamento irá depender da gravidade do seu problema.

As possibilidades de tratamento para má oclusão são:

  • Aparelho Dentário: neste caso o objetivo será mover as peças dentárias para que ocorra um alinhamento adequado, normalmente usando aparelho odontológico. Este aparelho deve ser usado, regra geral, de 6 meses a 2 anos, mas o tempo varia consoante a gravidade da situação. Durante o tratamento, se necessário, pode ser recomendada a remoção de dentes;
  • Facetas Dentárias: neste tratamento, os dentes são modificados a nível de comprimento, forma e superfície, com o uso de facetas. Deste modo, se a forma inadequada de uma peça dentária for o problema, o mesmo ficará resolvido;
  • Implante Dentário: por vezes o desequilíbrio surge devido à falta de dentes. Se for o caso, os implantes podem ajudar a restabelecer o equilíbrio da boca e, consequentemente, resolver a oclusão dentária;
  • Goteira Oclusal: como já foi referido, uma má oclusão pode provocar problemas na articulação temporomandibular e, até mesmo, bruxismo. Nestes casos a goteira oclusal será indicada pois irá proteger as peças dentárias, principalmente nos movimentos inconscientes durante o sono;
  • Cirurgia: em casos mais graves, as opções acima podem não ser o suficiente para colocar os dentes no local correto, portanto resta a cirurgia;

Desconfia que tem má oclusão dentária?

Ligue para (+351) 211 552 308 ou utilize o formulário abaixo e marque uma Consulta de Avaliação Dentária Geral para verificar o estado de sua Saúde Oral com o Dr. Eduardo Bastos e exponha as suas dúvidas, para que possa ser diagnosticada e tratada qualquer patologia de acordo com a sua necessidade.

Entraremos em contacto consigo para confirmar as datas disponíveis.

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Como branquear os dentes: 6 técnicas fáceis https://mint.pt/blog/branquear-dentes Fri, 02 Oct 2020 08:00:28 +0000 Branqueamento Dentário]]> https://mint.pt/?p=45888 Dentes brancos promovem a sensação – e, esperemos, a realidade – de ter um sorriso saudável. Esse sorriso irá melhorar a relação social com os outros e, mesmo, consigo próprio. Portanto, se o sorriso é o cartão de visita de cada pessoa, a manutenção da saúde oral é essencial.

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Dentes brancos promovem a sensação – e, esperemos, a realidade – de ter um sorriso saudável. Esse sorriso irá melhorar a relação social com os outros e, mesmo, consigo próprio.

Portanto, se o sorriso é o cartão de visita de cada pessoa, a manutenção da saúde oral é essencial.

Apesar do sorriso branco ser o objetivo de muitas pessoas, poucos sabem como branquear os dentes, mas existem técnicas fáceis que o podem ajudar. Tem dúvidas? Vamos partilhar consigo algumas dicas que lhe irão permitir ter um sorriso mais branco.

Iremos, ainda, esclarecer a dúvida de muitas pessoas: o bicarbonato é, realmente, indicado no processo de branqueamento dos seus dentes? Nós respondemos.


Antes de tudo, porque os dentes escurecem?

Antes de entender que existem métodos que permitem clarear os seus dentes, deve entender como acontece o escurecimento dos mesmos, tanto para entender as dicas de branqueamento como para proteger os seus dentes no futuro – e após um tratamento.

Os dentes, naturalmente, têm tendência a ser mais brancos, mas devido a diversos fatores – como os que vamos mencionar –, o escurecimento acontece. Algumas possibilidades para o escurecimento dos seus dentes são:

  • Avançar da idade;
  • Desgaste do esmalte;
  • Dentes desvitalizados ou com cáries dentárias;
  • Dentes que sofreram traumas;
  • Má higiene oral;
  • Tabaco;
  • Determinados alimentos e bebidas, como chá, café, refrigerantes ou vinho tinto;
  • Alterações dentárias provocadas por certos medicamentos.
» Leia também: Porque os dentes escurecem? + 5 dicas para evitar.

Claro que não tem de remover todos os hábitos da sua rotina. Por exemplo, o chá tende a escurecer os dentes, mas também tem diversos benefícios para o corpo, portanto porquê removê-lo? Nestas condições, para manter a sua saúde oral, apenas deve manter o consumo moderado.

Em alguns casos o problema do escurecimento dentário é intrínseco e não influenciado por fatores externos. Consulte o seu dentista para descobrir a causa do problema.

Testemunho Tratamento de Dentes Escurecidos:


6 dicas de como branquear os dentes

1. Manter (ou melhorar) a higiene oral

Comecemos pelo básico: como é a sua higiene oral? Quais os cuidados que tem com a sua boca? Faz a escovagem, pelo menos duas vezes ao dia? Usa uma pasta de dentes com flúor? Troca a escova com frequência? Usa o fio dentário? Faz a higienização da sua língua?

Se sim, certifique-se que usa os produtos adequados e mantenha a rotina. Se não, está na altura de fazer mudanças.

A escovagem é a higienização básica e que a maioria faz. Para ser eficaz, use uma pasta de dentes adequada e mantenha uma técnica de escovagem correta. Troque, ainda, a sua escova de dentes com alguma regularidade.

Quanto à pasta de dentes, fale com o seu dentista para saber qual a que se adequa melhor a si. Em alguns casos pode ser receitada uma pasta de dentes com efeito branqueador, algo que irá ser excelente para o seu objetivo. Deve, no entanto, tomar mais cuidados no uso desta pasta de dentes.

O fio dentário também deve ser usado com frequência, preferencialmente de manhã e à noite. Pode falar com o seu dentista sobre qual o melhor método para o seu caso.

Se faz bochechos com alguma solução, esta deve ser usada consoante as instruções da embalagem ou da forma aconselhada pelo seu dentista.

2. Consultas periódicas com o seu dentista

Ter consultas periódicas com o seu dentista é essencial para despistar atempadamente problemas de saúde oral antes de os mesmos se tornarem graves ou começarem a manifestar sintomas. Desta forma, o problema pode ser resolvido, de forma simples e rápida, e a sua saúde oral mantida.

Nestas consultas periódicas é também realizada uma higienização mais profunda e pormenorizada dos seus dentes, prevenindo o desenvolvimento de cáries e outros problemas provocados pela acumulação da placa bacteriana.

Estes problemas não só podem provocar dor e uma diminuição da saúde, como também podem estar na origem dos dentes escurecidos. Tratar o problema e fazer uma consulta de higiene oral pode ser o suficiente para ver um pequeno branqueamento a nível dos seus dentes.

3. Alterações a nível de alimentação

Existem alguns alimentos excelentes para quem pretende ter dentes mais brancos e outros que apenas dificultam todo o processo.

Por exemplo, a toma de alguns chás e de café influencia negativamente a tentativa de ter dentes mais brancos. Comportamentos como o uso de tabaco ou a ingestão de vinho terão o mesmo efeito negativo. Por outro lado, a ingestão de água ou de alguns alimentos – como maçãs – podem influenciar positivamente.

4. Branqueamento em consultório

O branqueamento dentário em consultório é o tratamento que consegue, de facto, uma alteração significativa da cor dentária. Clique aqui e conheça o branqueamento dentário realizado na MINT.

Neste procedimento, é aplicado um produto nos seus dentes que tem um efeito branqueador.

Posteriormente usa-se uma luz LED para acelerar a ativação e consequentemente o efeito do gel aplicado.

Usando esta luz “laser”, a ativação dos componentes do gel branqueador será conseguida mais facilmente, oferecendo resultados mais rápidos. Numa consulta de até uma hora é possível obter os resultados pretendidos sendo esta consulta suficiente. Em certos casos no entanto pode ser necessário um complemento do branqueamento em casa ou uma segunda consulta.

No caso específico de um dente desvitalizado, este pode também ser branqueado, contudo com um procedimento diferente. Nestas situações é colocada uma solução branqueadora dentro da coroa dentária o que afetará positivamente não só o exterior do dente, mas também o interior do mesmo. Este processo pode levar a um número maior de consultas. De referir, também, que o dente desvitalizado, na grande maioria dos casos escurece em poucos anos. Devido à dificuldade em igualá-lo, em muitos casos, aos restantes dentes e e para não submeter o dente a vários tratamentos, a faceta dentária costuma ser uma solução muito usada.

O branqueamento dentário pode provocar uma maior sensibilidade dentária que será reversível. O pós-tratamento implica alguns cuidados especiais a nível de limpeza e da dieta, cuidados esses que serão mencionados pelo seu dentista e devem ser seguidos.

5. Uso de facetas dentárias

Apesar de não ser uma forma natural de branquear os dentes, este é um tratamento dentário muito procurado por quem pretende dentes muito brancos, o chamado “Hollywood Smile”. A colocação de facetas dentárias consiste em revestir os dentes naturais com materiais cerâmicos de modo a que a sua aparência seja melhorada.

A reabilitação de um sorriso com facetas vai depender da questão em específico e, portanto, a decisão deve ser tomada em conjunto com o seu dentista. Isto porque, se por um lado o procedimento ajuda a corrigir alterações da cor, problemas a nível de forma e a branquear os dentes, por outro trata-se de um procedimento com um custo mais elevado e irreversível.

» Saiba tudo sobre o tratamento com Facetas Dentárias.

6. Tratamentos caseiros

Bicarbonato de sódio, limão, água oxigenada: são muitas as possibilidades de procedimentos caseiros com a finalidade de branquear os dentes. Estas costumam aparentar serem excelentes alternativas e bastante mais económicas quando comparadas aos tratamentos praticados em consultório.

Mas apesar de ser mais barato para a sua carteira, pode sair mais caro para os seus dentes. Isto porque quantidades mais elevadas de certos produtos ou mesmo dentes mais sensíveis podem reagir de forma diferente e provocar a destruição de esmalte ou o enfraquecimento do próprio dente.

Os tratamentos naturais podem, realmente, oferecer o resultado que procura – o branqueamento – mas também podem ter consequências a nível da saúde dos seus dentes e estruturas adjacentes. As consequências podem levar a que o gasto no dentista, posteriormente, seja mais elevado para que sejam corrigidas as alterações negativas.


Dentes mais brancos: é possível e seguro branquear os dentes com bicarbonato?

O uso de Bicarbonato no branqueamento é um dos tratamentos caseiros mais conhecidos e, sinceramente, uma rápida pesquisa no Google por termos como “branquear os dentes” ou “dentes brancos” vai, em algum momento, oferecer um resultado em que este tratamento caseiro esteja incluído.


A questão é: Os dentes ficam mais brancos com o uso de bicarbonato?

Sim. A composição do bicarbonato permite-o ser um agente abrasivo capaz de remover as manchas extrínsecas e os pigmentos aderidos à superfície dentária tornando, assim, os dentes mais brancos.

No entanto, o seu uso indiscriminado não é aconselhado. Quaisquer tratamentos naturais ‘branqueadores’ implicam o uso de produtos como bicarbonato de sódio, elevadas quantidades de limão, água oxigenada, entre outros que embora permitam resultados visíveis e, muitas vezes, os esperados podem provocar, a nível de estruturas orais, resultados não tão positivos.

Os dentes podem ficar mais desgastados, frágeis ou mais sensíveis e as gengivas podem também ser afetadas. Além disso, com tratamentos mal-executados, os dentes podem inclusive voltar a escurecer rapidamente. Tratamentos naturais que consistam em mudanças alimentares, esses sim, são excelentes opções, livres de contrapartidas, para qualquer pessoa.

Portanto, na nossa opinião, fale com o seu dentista antes de tomar a decisão de branquear os seus dentes, especialmente se o quiser realizar de forma caseira. Saiba qual a sua opinião e que outro tratamento mais seguro poderia fazer, igualmente barato. Saiba quais as alterações que podem melhorar a sua saúde oral. E, melhor, descubra se o escurecimento dos seus dentes se deve a um problema – como cáries – que deve ser tratado num consultório.

Apesar de existirem tratamentos caseiros que podem oferecer o resultado pretendido e que ficam mais baratos no seu bolso, aconselhamo-lo a falar previamente com o seu dentista. Por vezes uma mudança na sua alimentação, uma melhor higienização e uma limpeza dentária com o seu dentista é tudo o que precisa.

Deseja branquear os dentes?

Ligue para (+351) 211 552 308 ou utilize o formulário abaixo e marque uma Consulta de Avaliação Dentária Geral para verificar o estado de sua Saúde Oral com o Dr. Eduardo Bastos e exponha as suas dúvidas, para que possa ser diagnosticada e tratada qualquer patologia de acordo com a sua necessidade.

Entraremos em contacto consigo para confirmar as datas disponíveis.

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Extração de dente, quando é necessária? Existem alternativas? https://mint.pt/blog/extracao-dente Fri, 10 Jul 2020 20:27:42 +0000 https://mint.pt/?p=45684 Extrair um dente é sinónimo de remover esse mesmo dente. Essa remoção ou extração dentária pode ter consequências a nível funcional e, em alguns casos, a nível estético. Nestas condições, como seria de esperar, nem sempre a extração é a primeira escolha. Embora não seja sempre uma escolha, por vezes é necessário extrair o dente para manter o equilíbrio e a saúde da boca. Após a remoção, alguns pacientes decidem fazer tratamentos que restabeleçam o funcionamento e a estética, como colocar implantes dentários.

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Extrair um dente é sinónimo de remover esse mesmo dente. Essa remoção ou extração dentária pode ter consequências a nível funcional e, em alguns casos, a nível estético. Nestas condições, como seria de esperar, nem sempre a extração é a primeira escolha.

Embora não seja sempre uma escolha, por vezes é necessário extrair o dente para manter o equilíbrio e a saúde da boca. Após a remoção, alguns pacientes decidem fazer tratamentos que restabeleçam o funcionamento e a estética, como colocar implantes dentários.

Quando se pensa em remoção dos dentes, muitos pacientes ficam assustados e evitam o assunto. Evitar o problema, no entanto, pode agravá-lo; e algo que podia ser tratado de forma simples, torna-se um problema mais complexo.

Como não queremos que adie o assunto, vamos explicar um pouco melhor em que consiste a extração de dente, em que situações é necessária, se existem alternativas e muito mais.


Antes de tudo vamos aos básicos: em que consiste a extração dentária?

A extração ou remoção de dentes é um processo simples e que é realizado com toda a segurança, de modo a evitar complicações durante o tratamento e no pós-tratamento.

Antes deste procedimento ser realizado, o dentista marca uma consulta de avaliação com o paciente. Nessa consulta é avaliado o problema e ponderadas as diversas soluções para o mesmo; por vezes a única forma de restabelecer o equilíbrio é através da remoção do dente.

Essa extração ocorre, normalmente, quando o dente está muito destruído e não existem outras hipóteses de tratamentos disponíveis. Além disso, estas extrações, na maior parte das vezes, fazem parte da vida de um indivíduo a longo prazo, mesmo que o paciente tenha todos os cuidados possíveis.

Os mais jovens também são submetidos a este tratamento, principalmente na extração de dente de leite e na extração de dente do siso. Os dentes do siso são extraídos com uma elevada frequência pois a sua permanência causa desequilíbrio – há exceções.

Mais abaixo irá entender quais os restantes motivos que levam à extração dentária.


A extração dentária é sempre necessária?

Como já referimos anteriormente, antes da extração é feita uma avaliação completa para entender quais as possibilidades de tratamento. Em alguns casos existem outras possibilidades que evitam a extração.

No entanto, caso a extração seja a única hipótese, deve fazê-lo para evitar agravar o problema e, consequentemente, sujeitar-se a possíveis doenças.


Contraindicações da extração dentária

Na maioria dos casos não existem contraindicações à extração dentária. Mesmo quando o dente se encontra inflamado ou com uma infeção, o tratamento, à partida, pode ser realizado. A gravidez também não é um impedimento a este tratamento.

Mesmo assim existem algumas questões que devem ser tidas em conta pois podem ser um impedimento a esta extração, nomeadamente:

  • Leucemia ou anemia grave;
  • Pacientes com determinadas doenças, como a sífilis ou a tuberculose – a não ser que sejam devidamente acompanhadas e controladas;
  • Pacientes com problemas de imunidade;
  • Pacientes submetidos a tratamentos de radioterapia ou quimioterapia;
  • Pacientes que tomem anticoagulantes;

A remoção do dente é dolorosa?

Este é um tratamento muito evitado devido à sua associação com a dor. No entanto as técnicas e a tecnologia evoluíram nos últimos anos e, como tal, este procedimento está mais simples e praticamente indolor.

Em que circunstâncias é necessário extrair um dente?

Os dentes podem ser extraídos por diversos motivos, sendo que alguns deles são os mencionados de seguida:

  • Dente com necrose em que não pode ser feito, apenas, o tratamento do canal;
  • Dentes desvitalizados, cujo tratamento não foi bem-sucedido;
  • Inexistência de espaço para todos os dentes na boca, como acontece com o dente do siso, podendo estes ser dente do siso incluso ou semi-incluso, por exemplo;
  • Necessidade de alinhar os dentes para tratamento com aparelho dentário;
  • Uma cárie muito profunda no dente, sendo esta a razão mais frequente;
  • Uma infeção que destruiu uma grande porção do dente ou do osso adjacente;

Quais os passos deste tratamento?

Caso realmente se decida que o tratamento mais adequado é a extração dentária, o que se segue são um conjunto de passos que se iniciam numa análise completa ao paciente e terminam com o pós-operatório.

Deixe que lhe expliquemos cada passo deste procedimento.

1. Avaliação médica

Antes de tudo, deve ser feita uma avaliação completa com o paciente, de modo a ponderar outros tratamentos que não incluam a extração. Caso, no entanto, tenha de ser sujeito a este tratamento, começa uma avaliação completa.

O dentista irá fazer uma revisão ao seu histórico médico e também irá pedir as radiografias necessárias para avaliar o dente, o seu estado e as estruturas adjacentes. Se o caso for mais complexo do que aquele que o dentista é capaz de executar, o paciente deve ser encaminhado para um cirurgião-dentista.

2. Anestesia local

Avançando para o procedimento, o próximo passo é a aplicação de anestesia local para diminuir a possibilidade de dor. O dentista irá garantir as melhores condições de segurança para que o tratamento tenha o sucesso esperado. Esta segurança também irá evitar infeções.

3. Mobilidade dentária

O passo seguinte consiste em aumentar a mobilidade do dente. Para tal, o mesmo deve ser descolado da gengiva e do próprio osso, com um instrumento próprio. Esta mobilização é o que irá permitir uma extração mais rápida.

4. Extração do dente

Finalmente o dente está descolado das regiões adjacentes e pode ser extraído. Neste momento pode ser usado o mesmo utensílio ou um diferente que facilite o trabalho. À partida, com a anestesia, não sentirá qualquer dor.

5. Prevenção de hemorragia e colocação de pontos

Concluída a extração, chegou o momento de permitir a coagulação do sangue; para tal serão usados cuidados próprios para essa finalidade. Se necessário, o dentista também pode suturar a região com alguns pontos cirúrgicos.


Cuidados a ter após o tratamento

Terminado o procedimento, pode esperar alguma dor e possível sangramento. No entanto o seu dentista irá aconselhá-lo quanto aos melhores cuidados no pós-operatório e perante que condições deverá voltar ao dentista.

Nesta explicação irá entender que as primeiras 24 horas são as mais importantes.

De forma resumida, alguns comportamentos que, certamente, serão mencionados e dos quais não deve descuidar são:

  • A higienização deve ser mantida consoante os conselhos do seu dentista. Caso tenha dúvidas quanto ao elixir ou à pasta de dentes, por exemplo, deve esclarecer após o procedimento;
  • A ingestão de alimentos está indicada após o término do efeito da anestesia. Após o efeito, pode ingerir alimentos líquidos ou um pouco mais pastosos, como puré, e, preferencialmente, gelados;
  • Aplicar compressas geladas sobre o rosto de modo a evitar o inchaço;
  • Beba água à vontade! A hidratação é excelente na recuperação;
  • Caso sinta dores, deve cumprir a prescrição médica rigorosamente;
  • Cumpra a prescrição médica pois podem ser receitados antibióticos;
  • Deve dormir com a cabeça mais elevada que o corpo;
  • Evitar a prática de exercício físico, principalmente nas primeiras 24 horas;
  • Evitar beber álcool ou fumar nas primeiras 24 horas;
  • Não falte à consulta marcada com o dentista, pois essa irá analisar o sucesso do tratamento;
  • Não fique exposto ao sol e evite banhos muito quentes nos primeiros dias;
  • Não tocar na ferida com os dedos ou outros objetos que possam criar uma infeção;
  • Por último, se sentir sintomas fora do que seria de esperar, entre em contacto com o seu dentista para uma avaliação.

Como restabelecer as funções dentárias após realizar uma extração?

A extração de um dente implica a ausência do mesmo e, portanto, algumas funções podem ficar comprometidas – e mesmo a estética pode ficar comprometida. Como tal, regra geral, o procedimento que segue é o restabelecimento dessas funções ou da estética.

Claro que em alguns casos este procedimento não é importante. Um dente do siso é extraído por necessidade de espaço; repor esse dente não seria útil. A reposição de um dente de leite também não é necessária, pois os dentes definitivos irão crescer em breve. Caso a extração seja para alinhar os dentes durante o uso do aparelho dentário, o restabelecimento dos mesmos também não será necessário.

No entanto, caso o dente seja extraído devido a uma cárie ou a outro problema que forçou a extração, a reposição pode ser uma opção. Essa reposição pode ser feita através de uma das opções abaixo:

  • Prótese dentária removível: esta prótese permite ao paciente colocar e retirar da boca, ou seja, pode colocar durante o dia e retirar ao dormir. Esta pode ser acrílica, esquelética, mista ou flexível.
  • Prótese dentária fixa: esta prótese pretende restaurar parcialmente ou na totalidade a coroa de um ou mais dentes. Neste caso em específico, a prótese iria compensar a ausência de um dente. Estas são colocadas sobre implantes dentários ou sobre os dentes naturais. Não pode ser removida pelo paciente;
  • Implantes dentários: o implante pretende substituir um dente natural, podendo ser colocado no osso do maxilar superior ou inferior para suporte de funções básicas.

Precisa extrair um dente?

Ligue para (+351) 211 552 308 ou utilize o formulário abaixo e marque uma Consulta de Avaliação Dentária Geral para verificar o estado de sua Saúde Oral com o Dr. Eduardo Bastos e exponha as suas dúvidas, para que possa ser diagnosticada e tratada qualquer patologia de acordo com a sua necessidade.

Entraremos em contacto consigo para confirmar as datas disponíveis.

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